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terça-feira, 4 de maio de 2010

Marisa usa avião da FAB para encontrar Dilma em Minas Gerais

Primeira-dama viaja em aeronave reserva da Presidência para participar de feira com a candidata
Deu no blog do Noblat, a foto é de Roberto Stuckert Filho


A primeira-dama, Marisa Letícia, usou um Embraer 190, um dos aviões reservas da Presidência da República, para participar de um encontro promovido pela Associação das Mulheres Rurais de Uberaba (Amur), numa das barracas da 76 ExpoZebu, ao lado da ex-ministra e presidenciável petista Dilma Rousseff.
O encontro, no qual Dilma fez discurso de candidata, se transformou num ato de apoio à pré-candidata petista. Auxiliares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva se confundiram no momento de justificar a viagem da primeira-dama, acompanhada apenas de alguns seguranças, num avião de alto custo.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Crítica de FHC a Dilma gera discussão no Senado - PT de Dilma levou desvantagem.

Fonte: Paraná Online
A campanha presidencial chegou ao Plenário do Senado. As críticas do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que chamou a pré-candidata do PT, a ministra Dilma Rousseff, de "reflexo de líder" ecoaram e dominaram a sessão da Casa hoje. Ex-presidente do PSDB, o senador Tasso Jereissati (CE) subiu à tribuna para dizer que a candidata governista é como silicone. "A Dilma é uma liderança de silicone. É bonita por fora e falsa por dentro", atacou.
A frase foi à senha para o início de um debate de cerca de 2 horas no qual o PT de Dilma levou desvantagem. Apenas três senadores do partido da ministra e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva - Eduardo Suplicy (SP), João Pedro (AM) e Serys Slhessarenko (MT) - estavam no plenário e responderam a Tasso. Apesar do tema polêmico o clima se manteve tranquilo sem bate-boca.
"Ela é uma liderança feita a partir de um invólucro montado por uma equipe de marketing que usa números que não são verdadeiros", prosseguiu Tasso. Suplicy foi o primeiro petista a falar, mas limitou-se a reconhecer que programas sociais tiveram início no governo de FHC e foram "ampliados" na gestão de Lula.
Em seguida, foi a vez de João Pedro sair em defesa da ministra candidata. "Não se pode tratar uma ministra de Estado como falsa líder ou líder de silicone. Essa crítica que é feita, de que ela não foi prefeita nem governadora também foi feita ao Lula e veja hoje a aprovação dele", retrucou o petista.
O senador Heráclito Fortes (DEM-PI), primeiro secretário do Senado, falou em seguida advertindo que o discurso de Tasso seria "o primeiro de uma série que precisam ser feitos para alertar o povo". E continuou: "Estamos vivendo um clube de falsa felicidade."
Última petista presente, Serys apelou para a questão de gênero ao dizer que Dilma estava sendo vítima de discriminação por ser mulher. "Dilma tem luz própria sim e com muito brilho. Talvez esse brilho esteja ofuscando o seu valor", filosofou. "Dilma nunca esteve à sombra de Lula, mas sim ao lado do presidente o tempo todo. Ela não faz campanha. Ela está trabalhando pelo Brasil."
Vice-presidente do PSDB, Marisa Serrano (MS), apressou-se em responder a Serys. "Essa coisa que mulher vota em mulher é balela. Mulher vota em gente competente e de conduta firme", disse. "Dilma é ventríloquo e se escora no presidente Lula."
O senador Sérgio Guerra (PE), presidente do PSDB, também não perdeu a oportunidade de criticar a ministra de Lula e afirmou que a tese do PT de comparar os governos de Lula e de FHC não passa de "coisa de marqueteiro". "Se não houvesse o Lula, a Dilma teria que disputar, honrosamente, a eleição para vereador", afirmou.
Para ilustrar a diferença nas duas campanhas, Guerra disse que enquanto o PSDB tem de resolver o nome do candidato a vice na chapa de Serra, o PT ainda tem que escolher o candidato governista. "Eles têm de resolver o problema do Ciro (Gomes, deputado do PSB que integra a base do governo). O Ciro pelo menos fala e pensa. Se a Dilma pensa ninguém nunca ouviu", afirmou.