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terça-feira, 21 de setembro de 2010

Existem semelhanças entre as obras de Beto Richa e as do Nelson Rodrigues?

Do Palanque eletrônico / Bemparaná


Nelson Rodrigues

O “nanico” PRTB continua incomodando Beto Richa. Ontem, questionou os problemas da Linha Verde, principal obra rodoviária do tucano, que segundo o partido, só gerou reclamações. “O Beto Richa cavou a sepultura dele”, diz um motorista entrevistado durante congestionamento da Linha Ver-de, definida pelo partido como “obra bonitinha, mas ordinária”.

Tucanos insistem em modelo de gestão vencido


Fonte: Palanque Eletrônico / Bemparaná

O tucano Beto Richa insiste, em seu programa de televisão, no batido e questionável discurso de “modelo de gestão”, tomando como base as supostas experiências bem sucedidas na prefeitura de Curitiba. Quem olha com a atenção a situação de políticas públicas da Capital, porém, percebe que a tal eficiência tucana na gestão dos problemas urbanos não sobrevive a uma análise da realidade. Depois de cinco anos de mandato como prefeito, Richa deixou o cargo para disputar o governo sem conseguir resolver um problema básico, como o da destinação do lixo. O trânsito curitibano vai de mal a pior, e quem usa o transporte coletivo também é prejudicado, com ônibus sucateados, sempre atrasados e lotados. Nas campanhas para a prefeitura, Richa prometeu acabar com a indústria da multa, mas ao invés disso, multiplicou o número de radares. Quem precisa de atendimento em saúde especializado na Capital é obrigado a esperar até oito meses por uma consulta ou exame. São apenas alguns poucos exemplos que colocam em cheque a suposta eficiência administrativa, tão propalada pelo PSDB e seus candidatos.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Programas modelos de Curitiba contaram com verbas federais e estaduais

Fonte: Bemparaná


O ministro Patrus Ananias com Richa em inauguração de Restaurante em março: dinheiro federal (foto: Agência Brasil/Divulgação)

Programas modelos inseridos dentro do plano de governo do candidato tucano ao governo do Paraná, Beto Richa, demonstram que as promessas incluem projetos elaborados por outras administrações que já passaram por Curitiba (como de Jaime Lerner, Rafael Greca e Cássio Taniguchi), além de programas em funcionamento que contam com recursos dos governos federal e estadual.
É o caso do Hospital do Idoso, que foi construído com recursos federais e está sendo prometido como mote de campanha para outros municípios paranaenses como algo apenas da Capital. A proliferação dos centros de saúde para descentralizar o atendimento é também promessa de Beto que foi implementada na capital com dinheiro do governo Roberto Requião. Em seu Twitter, Requião garante que auxiliou na construção de dez centros de saúde em parceria com o governo de Beto Richa enquanto prefeito.
Outros programas como o Mãe Curitibana, o Armazém da Família, a Coleta Seletiva de Lixo estão entre os que mais se destacam na capital paranaense. No entanto, não foram feitos na gestão Beto Richa — que apenas continuou projetos que já eram referência nacional por terem sido implementados por prefeitos que o antecederam.
Nem mesmo a Linha Verde, prometida para Curitiba, foi projetada no governo Beto Richa. A ideia da integração metropolitana surgiu na administração Taniguchi e foi objeto de discussão inclusive na campanha à reeleição de Cássio, em 2000. Mas o projeto não foi aprimorado e hoje apresenta alguns problemas estruturais como ausência de passarelas e trincheiras.
O metrô, promessa da campanha do ex-prefeito em 2008, também segue projeto de Taniguchi e busca recursos do governo federal. “A Prefeitura de Curitiba quer que a gente financie 80% dos custos do metrô e achamos que é muito”, afirmou o ministro Paulo Bernardo, do Planejamento, Orçamento e Gestão.
Na saúde, outro exemplo. Beto tem prometido a construção de Hospitais Regionais (muitos foram implementados durante a gestão de Requião), Resgate Aéreo (implementado no governo Jaime Lerner com helicópteros terceirizados e desativado no governo Requião), Centro de Especialidades Médicas (Curitiba ainda sofre com a falta de centros assim e tem filas de mais de seis meses de espera para atendimento em algumas destas especialidades), Patrulhas Rodoviárias (implementadas no governo Lerner e ampliadas na gestão Requião), Programa Estadual de Atenção ao Idoso, nos moldes do Hospital do Idoso Dra. Zilda Arns (feito com recursos federais durante a gestão de Beto, num valor de R$ 11,9 milhões em repasses). Nenhuma das promessas pode ser considerada inédita.
A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano (Sedu) contabiliza um financiamento de R$ 1,8 milhão do Estado para construção de três unidades de saúde para atendimento emergencial, ambulatorial e médico nos bairros do Pinheirinho, Uberaba e Vila São Pedro, além de complementação da estrutura da Clínica 24 horas na esquina com a Avenida Winston Churchill.
Já o governo federal investiu R$ 30 mil em programas para mulheres vítimas de violência, R$ 79,9 mil em equipamentos para unidades de saúde, R$ 57,7 mil em manutenção de unidades, R$ 143,9 mil em unidades móveis de saúde e R$ 1,4 milhão de ampliação de unidades de saúde.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

IRIS SIMÕES DEFENDE A EXTENSÃO DA LINHA VERDE ATÉ A VILA POMPÉIA NO TATUQUARA

A VILA POMPÉIA E A TRINCHEIRA
Fonte: Blog do Iris Simões 

Os moradores da Vila Pompéia e Tatuquara foram esquecidos pelo poder público. É impressionante como as autoridades não conseguem enchergar que uma população inteira está submetida ao descaso. O problema é antigo, a solução é a trincheira, mas ninguém se habilita a fazer a obra. Hoje a rodovia tem a exploração de um pedágio, e a prefeitura municipal de Curitiba, que está terminando a obra da linha verde, não contemplam a região em nada.

Além do perigo enfrentado pelos moradores, hoje eles sofrem com a demora, tanto para se deslocar de casa para o centro ou trabalho, bem como, para voltar para casa. Pois existe apenas um semáfaro e um contorno miserável. A esperança é que ao se aproximar mais uma eleição e mais promessas, que desta vez o povo da Pompéia e Tatuquara seja atendido. De qualquer forma, fica registrado que esta é mais uma bandeira que estamos encampando, em defesa daqueles que precisam de uma voz e respeito.

OLHO VIVO: Desde a apresentação do projeto da "Linha Verde" que as lideranças da região e a população do Tatuquara vêm reivindicando que a obra deveria chegar até a Vila Pompéia, na verdade deveria ter começado por ali; é inconcebível que a região tenha sido simplesmente esquecida pela Prefeitura de Curitiba, haja visto a quantidade de pessoas que ali residem e o número expressivo de linhas de ônibus ali operantes, as quais estão sempre sobrecarregadas de passageiros, que se obrigam a literalmente a trafegar nos veículos totalmente prensados como "sardinhas na lata", isso sem contar com os seguidos atrasos no cumprimento de seus etinerários, geralmente devido ao congestionamento na semáforo, ou trincheira como é conhecido, o acesso à Vila Pompéia com a rodovia federal,  fatos estes que estas pessoas sonhavam ver solucionados com a implementação da Linha Verde, mas que se transformou em frustração ao verificarem que mais uma vez foram esquecidos. Como costuma-se dizer entre os moradores ..."a prefeitura de Curitiba acho que se esquece que este bairro pertence à sua administração, deve pensar que o Tatuquara é outra Cidade"...
O Iris Simões foi um dos poucos que se importou em defender que o Tatuquara fosse também beneficiado pela obra, esteve por diversas vezes no bairro ouvindo a população, e brigou e continua brigando para que essa reivindicação seja atendida, como podemos verificar, e ficamos na esperança que tenha sucesso, pois verifica-se que visivelmente o Tatuquara não tem outros representantes que realmente defendam a vontade de sua população; temos que apoiar a sua iniciativa e exigir dos outros que só vão local em época de eleição, atitudes iguais.