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quinta-feira, 9 de junho de 2011

Novo senador do Paraná, Sérgio de Souza nunca foi votado.

Fonte: Elizabete Castro / Paraná Online

O novo senador do Paraná nunca ocupou nenhum cargo eletivo. Desconhecido do eleitor, Sérgio de Souza é advogado e ex-assessor do ex-governador Orlando Pessuti. A indicação de Souza como primeiro suplente de Gleisi Hoffmann ao Senado foi uma exigência de Pessuti, durante as negociações que resultaram no apoio do PMDB à candidatura de Osmar Dias (PDT) ao governo do estado.
Descrito como um especialista em legislação eleitoral, Souza é proprietário do escritório de advocacia onde trabalha o filho de Pessuti, Moisés, em Curitiba. No site do seu escritório, a informação é que Souza presta consultoria e assessoria agentes políticos e gestores públicos.
Há alguns meses, Souza tem acompanhado Pessuti nos encontros partidários que o ex-governador tem realizado no interior do estado.
Pessuti disse que Souza já vinha sendo preparado para atuar politicamente há muito tempo. Souza foi chefe de gabinete de Pessuti, quando ocupou a vice-governadoria no segundo mandato do ex-governador Roberto Requião. "Nós queríamos que ele já tivesse concorrido a deputado estadual ou deputado federal. Ele é uma pessoa competente. Foi um grande assessor e um militante atuante da juventude do PMDB", afirmou o ex-governador.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Secretário Tércio Albuquerque é homenageado em Foz do Iguaçú

Tércio Albuquerque é homenageado em Foz do Iguaçu

O secretário de Estado do Trabalho, Emprego e Promoção Social, Tércio Albuquerque, foi recebido em um jantar em sua homenagem, na sexta-feira (24), em Foz do Iguaçu. O secretário esteve acompanhado por sua esposa, Rosana Franco. Também participaram do jantar o governador Orlando Pessuti, junto com sua esposa Regina, e o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi.

Foram homenageados ainda o governador, sua esposa e o ministro Carlos Lupi. Mais de mil pessoas participaram do jantar que contou com a presença de vários secretários de estado, políticos, representantes da sociedade árabe e amigos. O jantar foi promovido pela Associação dos Amigos do Tércio, de Foz do Iguaçu.


O secretário afirmou que o relacionamento que mantém com o governador Orlando Pessuti, vem de muito tempo, ainda quando usavam a tribuna da Assembleia Legislativa para defender os interesses do povo do Paraná. “Os caminhos da política nos uniram para caminharmos juntos novamente”, afirmou.
Tércio Albuquerque tem 62 anos e uma longa carreira pública, dedicada ao cuidado com o próximo e de compromisso com a classe trabalhadora. Saiba mais sobre as funções políticas e administrativas exercidas por ele:
Vereador e presidente da Câmara Municipal de Foz do Iguaçu

Duas vezes prefeito de Foz do Iguaçu (1973 e 1974)
Deputado Estadual do Paraná (1978 e 1982)
Diretor administrativo da Fundação de Assistência ao Trabalhador Rural do PR (Fatr) e Diretor Administrativo da Fundação de Integração e Desenvolvimento de Entidades Sociais do Paraná (Fides)
Diretor administrativo da Centrais Elétricas Sul do Brasil (Eletrosul)
Diretor de coordenação e diretor administrativo da Itaipu Binacional
Coordenador de Serviço de Informática da Fundação Nacional de Saúde – Regional Paraná
Delegado Regional do Trabalho no Paraná
Coordenador Estadual do Procon/PR
Secretário Municipal de Governo – Quatro Barras
Secretário Municipal de Governo – Fazenda Rio Grande




quarta-feira, 14 de abril de 2010

Resolução de Osmar Dias reduz dívida do Paraná em R$ 1 bilhãoe ressarce o Estado dos valores da multa paga a União

Projeto do líder pedetista, que tem aval do governo federal, deve ser votado ainda neste mês no Senado

Brasília 13.04.2009 – Solução apresentada pelo líder do PDT no Senado Federal, Osmar Dias, é o caminho para livrar o Paraná da inadimplência com a União, por conta do processo de privatização do extinto Banestado, e reduzir a dívida do Estado em R$ 1 bilhão. Reunido nesta semana em Brasília com os ministros da Fazenda, Guido Mantega, do Planejamento, Paulo Bernardo, o Secretário do Tesouro Nacional, Arno Agostin e o governador do Paraná Orlando Pessuti, Osmar obteve a confirmação de que o governo federal está de acordo com Projeto de Resolução 24/2008, de sua autoria, que põe um fim nesta questão que penaliza o Paraná há seis anos. “Com a aprovação do Projeto de Resolução extinguiremos a multa mensal e reduziremos a dívida do Paraná em 1 bilhão. Além disso, o Estado receberá de volta R$ 262 milhões já pagos à União”, afirma Osmar.
Segundo o líder pedetista, ainda neste mês de abril deverá ser votado PR 24/2008 na CCJ do Senado e depois levada a plenário para a aprovação. “Juntamente com o governador Orlando Pessuti conversei com o relator da matéria, senador Antonio Carlos Magalhães Junior que decidiu dar parecer favorável ao projeto. Isso deve ocorrer em 28 de abril. Aprovado o projeto na CCJ, pedirei urgência para a votação em plenário. Este é o resultado de um trabalho de três anos pelo qual luto para extinguir a multa que o nosso estado paga à União”, explica o senador.
A resolução apresentada pelo senador Osmar Dias considera ilegal a cobrança da multa ao Paraná e cumpre a Constituição Federal e a Lei de Responsabilidade Fiscal.
Com a resolução uma vez aprovada no Senado, o Paraná deixará de pagar a multa mensal de R$ 5 milhões até então aplicada pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN) pelo não recolhimento dos valores dos precatórios dos estados de Santa Catarina, Paraná e Alagoas e dos municípios de Osasco e Guarulhos ao Itaú. O Paraná também terá ressarcido R$ 262 milhões já pagos da multa em valores corrigidos e estancada a dívida mobiliária que aumenta pela inadimplência do Estado.
A história da compra dos títulos teve início no processo de saneamento do Banestado, no fim dos anos 90. Naquela época, a Secretaria do Tesouro Nacional, o Banco Central e o Senado aprovaram que os municípios de Guarulhos, Osasco, e os estados de Pernambuco, Alagoas e Santa Catarina emitissem títulos para o pagamento de dívidas. E o Banestado, que já estava em processo de pré-falência, teve de adquiri-los no valor de R$ 456 milhões.
O Paraná assumiu esses precatórios, em 2000, com a promessa de pagar ao Banestado, dando ações da Copel como garantia. Com a decisão do governo paranaense de não pagar os precatórios a questão foi parar na Justiça com o Banco Itaú, que comprou o Banestado, exigindo o recebimento. Foi essa ação que motivou a STN a multar o Paraná a partir de dezembro de 2004, num valor que chegou a ser de R$ 10 milhões mensais.

Histórico

Osmar Dias lembra que votou pela federalização do Banestado, quando o banco foi privatizado entre os anos de 98 e 99 passando a ser controlado pelo Itaú. “Perdemos a votação por um voto, 21 a 20. Eu queria a federalização”, salientou.
Por ocasião da privatização o Paraná colocou na carteira do Banco do Estado do Paraná cerca de R$ 1,2 bilhão, em valores de hoje, em precatórios emitidos pelas cidades de Osasco, Guarulhos e pelos estados de Santa Catarina e Alagoas. Toda a dívida foi transferida para o Tesouro do Estado na época e o Itaú comprou o sem débitos. O Estado então foi obrigado a pagar, em parcelas mensais por 24 anos, esses precatórios.
Desde 2007, Osmar Dias tem trabalhado ativamente pela extinção da multa ao Paraná. Em 7 de agosto, o senador paranaense apresentou emenda à Medida Provisória 368 pela liberação da dívida e o ressarcimento ao Estado, nos mesmos moldes da resolução aprovada pela CAE, cumprindo a Constituição e a LRF. Naquela ocasião, o líder do governo Romero Jucá (PMDB-RR) votou contra e a emenda de Osmar Dias foi rejeitada em nome de um projeto que seria de consenso entre os governos federal e do Paraná.
No mesmo dia do veto, Jucá assumiu em plenário o compromisso de fazer valer o Projeto de Resolução do Senado (PRS 36/2007), do qual foi autor para por um fim à questão da dívida paranaense com a União. A matéria relatada pelo senador Valdir Raupp (PMDB-RO) foi aprovada pelo Senado em 19 de dezembro de 2007, mas rejeitada pela União por ser considerada inconstitucional a transferência de responsabilidade e pela forma de cobrança ferir a Lei de Responsabilidade Fiscal.
Antes de apresentar nova resolução à CAE, o senador Osmar Dias tratou da questão com a STN e com a Procuradoria do Estado do Paraná. “Desde o princípio assumi o compromisso de defender uma solução legal para este impasse. O fim da multa faz é uma questão de justiça ao Paraná e aos paranaenses que poderão ter os recursos de uma multa transformados em investimentos no Estado”, finaliza Osmar Dias.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Alvaro diz que Pessuti desiste da candidatura para apoiá-lo.

Alvaro diz que peemedebista retira a candidatura ao governo para apoiá-lo.
Do Blog do Esmael


O café da manhã, em Brasília, entre o prefeito de Curitiba, Beto Richa, o senador Alvaro Dias e o presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), está pegando fogo.
Alvaro tirou da manga do paletó uma possível desistência do vice-governador Orlando Pessuti (PMDB) para apoiá-lo. Com isso, argumenta o senador tucano, a candidatura dele reuniria PSDB, PDT e PMDB – seria imbatível.
Richa também disse que tem o apoio de todos os 17 deputados estaduais do PMDB, capitaneados pelo líder do governo na Assembleia, Luiz Cláudio Romanelli, e pelo deputado Alexandre Curi, secretário-geral da Casa.
Sérgio Guerra gostou do que ouviu da boca de Alvaro.