quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Eleições sem lei seca Paraná em 2010

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE BARES E CASAS NOTURNAS (ABRABAR)

O Estado do Paraná, através da Secretaria de Segurança Pública DECIDIU que não editará a resolução da lei seca nas eleições em 2010 é uma grande demonstração de respeito com amadurecimento com os cidadãos e principalmente com a iniciativa privada e os trabalhadores. Assim o Paraná junta-se ao estado SC e SP na medida correta e de Bom senso.

Uma Vitória da ABRABAR e da categoria.

CONTO COM APOIO E PRESENÇA DE TODOS
REUNIÃO DIA 30/10/10-Quinta-feira

HORÁRIO: 16 Horas

LOCAL: TAJ BAR
ASSUNTO: RESPONSABILIDADE SOCIAL NO DIA DA ELEIÇÃO E COMPROMISSO DA CATEGORIA COM A DEMOCRACIA


 FABIO AGUAYO
PRESIDENTE ABRABAR

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

RICARDO BARROS(PP) VAI APOIAR DILMA(PT) PARA PRESIDÊNCIA E OSMAR PARA GOVERNO

Fonte: Ruth Bolognese / Jornale

Ricardo Barros se revolta










Está por um fio o rompimento do candidato ao Senado, Ricardo Barros, PP, com a campanha do candidato Beto Richa, PSDB. A gota d’água é a intenção dos tucanos, que já foi anunciada internamente, de utilizar o horário eleitoral gratuito que pertence aos dois senadores Fruet e Barros, para atacar a candidatura de Osmar Dias, PDT.
- “Eu fui consultado e já comuniquei à campanha de Beto Richa que não concordo com isso, mas o horário eleitoral pertence à coligação “Novo Paraná”. Se eles insistirem, terão uma grata surpresa na visita do presidente Lula a Maringá nessa quinta-feira”, afirmou na tarde dessa terça-feira, Ricardo Barros.
Apoio a Dilma
A surpresa que Ricardo Barros se refere é a adesão dele e da família Barros à campanha de Dilma Rousseff à presidência, à candidatura de Gleisi Hoffmann ao Senado e até mesmo à campanha de Osmar Dias, PDT. O irmão, Silvio Barros, prefeito de Maringá, já vem conversando com o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo sobre o assunto e deve anunciar oficialmente a decisão ao presidente Lula em Maringá, segundo Ricardo. “Nós não fechamos acordo com o presidente Lula nessas eleições, que era o nosso caminho natural, porque o PT de Maringá, (leia-se deputado Enio Verri) nos criou muitos problemas lá”, explicou Ricardo.

Além de Silvio Barros, a mulher de Ricardo, Cida Borgheti, deputada estadual, aparece nas pesquisas como uma das candidatas que deverá ter votação recorde para a Câmara Federal.



Descontentamento
O candidato ao Senado confessa total descontentamento com a condução da campanha de Beto Richa, PSDB: ” essa não é uma campanha ao Senado, ou para a Câmara Federal. É uma campanha apenas para eleger Beto Richa e eu não estou conseguindo “segurar” meu pessoal, os candidatos do meu partido”, afirma Ricardo Barros. A questão mais delicada para Ricardo nesse momento, porém, é sobre a própria situação, já que, segundo as pesquisas, está entre o terceiro e o quarto lugar nas pesquisas para o Senado, praticamente sem chances de vitória e sem apoio na coligação.
- “Posso liberar meu pessoal para apoiar Osmar Dias ao Governo, mas isso depende de algumas circunstâncias e de algumas conversas. Penso que para mim, pessoalmente, apoiar Osmar Dias significa passar a imagem de oportunista e essa é apenas mais uma eleição. Outras virão”, afirma.



Opção planejada
O deputado federal Ricardo Barros, PP, foi vice-líder do governo Lula na Câmara e aqui no Paraná um dos mais entusiastas defensores da candidatura de Osmar Dias ao Governo nessas eleições. Quando Beto Richa saiu candidato e começou a crescer nas pesquisas, Ricardo já havia corrido o Paraná inteiro como candidato ao Senado e aparecia bem nas pesquisas. Sob a promessa de sair como candidato único na coligação, decidiu mudar de rumo e apoiar o ex-prefeito de Curitiba.
Naquele momento, parecia uma ótima opção: ele teria pela frente uma disputa direta com Roberto Requião pelo PMDB sob as asas de um candidato ao Governo, Beto Richa, então declarado vencedor pelas circunstâncias, por não ter concorrente à altura. O PSDB sonhava com Osmar Dias candidato ao Senado, correndo sozinho, e não ao Governo.
E naquele momento, Ricardo Barros foi muito útil ao candidato Beto Richa, acompanhando-o e abrindo-lhe as portas do Interior do Paran.
Deu errado
Com a decisão de Osmar Dias de sair candidato ao Governo pela grande aliança PT/PMDB, os tucanos lançaram Gustavo Fruet candidato ao Senado, junto com Ricardo Barros. E o partido, sob a liderança do candidato Beto Richa, fez a opção preferencial por Fruet. E aí começou a luta por espaço, o descontentamento da família Barros com o andamento da campanha e tem tudo pra acabar num rompimento já anunciado.
“Nós pagamos pelas decisões que tomamos. E esse é o momento que estou vivendo: só me sacanearam no PSDB. O esquema montado é um horror. Mas sou um animal político e essa é apenas mais uma eleição. Daqui a dois anos tem mais”, diz Ricardo Barros.



A campanha eleitoral 2010 termina em 12 dias.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Existem semelhanças entre as obras de Beto Richa e as do Nelson Rodrigues?

Do Palanque eletrônico / Bemparaná


Nelson Rodrigues

O “nanico” PRTB continua incomodando Beto Richa. Ontem, questionou os problemas da Linha Verde, principal obra rodoviária do tucano, que segundo o partido, só gerou reclamações. “O Beto Richa cavou a sepultura dele”, diz um motorista entrevistado durante congestionamento da Linha Ver-de, definida pelo partido como “obra bonitinha, mas ordinária”.

Tucanos insistem em modelo de gestão vencido


Fonte: Palanque Eletrônico / Bemparaná

O tucano Beto Richa insiste, em seu programa de televisão, no batido e questionável discurso de “modelo de gestão”, tomando como base as supostas experiências bem sucedidas na prefeitura de Curitiba. Quem olha com a atenção a situação de políticas públicas da Capital, porém, percebe que a tal eficiência tucana na gestão dos problemas urbanos não sobrevive a uma análise da realidade. Depois de cinco anos de mandato como prefeito, Richa deixou o cargo para disputar o governo sem conseguir resolver um problema básico, como o da destinação do lixo. O trânsito curitibano vai de mal a pior, e quem usa o transporte coletivo também é prejudicado, com ônibus sucateados, sempre atrasados e lotados. Nas campanhas para a prefeitura, Richa prometeu acabar com a indústria da multa, mas ao invés disso, multiplicou o número de radares. Quem precisa de atendimento em saúde especializado na Capital é obrigado a esperar até oito meses por uma consulta ou exame. São apenas alguns poucos exemplos que colocam em cheque a suposta eficiência administrativa, tão propalada pelo PSDB e seus candidatos.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Comício da virada de Osmar Dias

Comício da virada
Com Lula, Dilma, Osmar, Requião e Gleisi

SÍTIO CERCADO - CURITIBA

PRAÇA DO SEMEADOR NO BAIRRO NOVO A Quarta-feira – dia 22 – a partir das 18 horas.

Imprensa Osmar Dias - imprensa@osmardias.com.br

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Caminhada da Gleise na Rua XV - fotos inéditas


Concentração no Comitê pró André Vargas e  Nedson Micheleti na Santa Quitéria - Curitiba

 
Saída da Caminhada da Gleise na Praça Santos Andrade

Eleições 2010: "Onda vermelha" pode varrer oposição do Senado Federal

Agência DIAP

Três vezes prefeito da capital fluminense e até então favorito para uma das vagas do Rio no Senado, Cesar Maia (DEM) foi ultrapassado pelo ex-prefeito de Nova Iguaçu Lindberg Farias (PT). Um dos líderes da tropa de choque oposicionista no Senado, Arthur Virgílio (PSDB-AM) amarga agora o terceiro lugar na briga por um dos postos amazonenses na Casa.
Ex-vice do presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), Marco Maciel (DEM-PE) namora a terceira colocação. Um dos mais duros opositores do governo federal, o senador Heráclito Fortes (DEM-PI) está em quarto lugar. Embora de estados distantes entre si, os quatro enfrentam o mesmo adversário: a "onda vermelha" liderada pela coligação da candidatura de Dilma Rousseff (PT) à Presidência.
"Há uma convergência de fatores contra a oposição: a popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a estabilidade macroeconômica, a ampla coalizão política de apoio a Dilma e palanques fortes nos estados", explicou o presidente do Instituto Brasileiro de Pesquisa Social (IBPS), cientista político Geraldo Tadeu Monteiro.
Maia, que começou a disputa dividindo a liderança com Marcelo Crivella (PRB), agora luta para não cair para o quarto lugar. A disputa começou com pelo menos quatro candidatos fortes: além do ex-prefeito da capital e de Lindberg - que se elegera duas vezes prefeito na Baixada Fluminense - brigam pela eleição o presidente licenciado da Assembleia Legislativa, Jorge Picciani (PMDB), e o próprio Crivella, bispo da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd), forte entres os evangélicos.
O petista e o peemedebista têm uma vantagem: integram a coligação local, liderada pelo governador Sérgio Cabral Filho (PMDB), cujos índices de intenção de voto beiram 60%. Crivella tem apoio de Lula, mas não tem aliança, perdendo tempo de TV e volume de campanha de rua. E Maia apoia o candidato a governador Fernando Gabeira (PV), que não chega a 20%.
"A eleição para o Senado é casada", disse Monteiro. "Um bom candidato a governador ou a presidente puxa para cima o candidato a senador." Na última pesquisa Datafolha, Maia ficou com 29%, contra 40% para Crivella e 36% para o petista. Picciani apareceu com 22%.

Vermelhos e azuis
No Amazonas, Arthur Virgílio perdeu o segundo lugar na disputa pelo Senado para Vanessa Grazziotin (PCdoB), segundo pesquisa Ibope divulgada na última segunda-feira. Vanessa chegou a 39%, contra 34% do tucano, em um quadro de empate técnico - a liderança é do ex-governador Eduardo Braga, com 80%.
Na tentativa de sobreviver, Virgílio já disse querer o voto de "vermelhos e azuis" e tentou se descolar do presidenciável de seu partido, José Serra. Não adiantou muito: adversários lembraram o episódio em que, há cinco anos, em meio a escândalos que atingiam o governo federal, o senador, conhecido por suas declarações inusitadas, ameaçou "dar uma surra" no presidente Lula, muito popular no estado.
Mais discreto, o senador Marco Maciel, com uma eleição tranquila em 2002 em Pernambuco, agora vê que é concreta a ameaça de não se reeleger. Maciel largou na frente, mas foi ultrapassado nas pesquisas pelo petista Humberto Costa, que, de acordo com o último Datafolha, tem 44%. Maciel tem 32% e Armando Monteiro Neto (PTB), em ascensão, 30%.
Como a margem de erro é três pontos porcentuais, Maciel e Monteiro estão em empate técnico. Mesmo assim, o senador "demo" parece cada vez mais ameaçado pelo petebista.
Heráclito Fortes está pior: pesquisa do Instituto Amostragem o coloca em quarto (23,04%), atrás de Wellington Dias (PT, com 61,65%), Mão Santa (PSC, 32,63%) e Ciro Nogueira (PP, 25,24%).

Tasso
Para o cientista político do IBPS, o mau desempenho na disputa para o Senado se dá em um quadro mais amplo de recuo nos votos oposicionista. "Acho que vamos assistir a uma vitória esmagadora dos partidos da coalizão do governo", disse. "PSDB e DEM ficarão restritos a poucos Estados".
Senador de vários mandatos e áspero crítico do governo Lula, Tasso Jereissati (PSDB-CE) ainda lidera, mas caiu quatro pontos na última pesquisa Datafolha. Na briga pelo segundo, estão Eunício Oliveira (PMDB), com 34%, e José Pimentel (PT), com 31%.
Mesmo Jereissati, porém, depende em parte do prestígio governista: tem a ajuda do grupo político de Ciro Gomes, irmão do governador Cid Gomes (PSB), que apoia Dilma. (Fonte: O Estado de S.Paulo)
Quando comparativo: tendência de eleição para Câmara dos Deputados
Agência DIAP

A metodologia adotada, com intervalo entre um número mínimo e máximo de vagas por partido político, decorre, entre outros, de dois aspectos: 1) as coligações partidárias, e 2) o quociente eleitoral, que pode alterar significativamente o desempenho eleitoral das bancadas dos partidos na legislatura 2011-2014 para a Câmara dos Deputados
O DIAP acaba de concluir seu prognóstico para a eleição da Câmara dos Deputados neste pleito de 2010, feito com base em informações qualitativas e quantitativas.
O levantamento considerou, basicamente, seis aspectos: 1) desempenho individual do candidato (perfil, vínculos políticos, econômicos e sociais, experiência política anterior e serviços prestados), 2) trajetória e popularidade do partido, com base nas últimas cinco eleições), 3) os recursos disponíveis (financeiros e humanos, como financiadores e militantes), 4) coligações e vinculação a candidatos majoritários (senador, governador e presidente), 5) apoio governamental (máquinas municipais, estaduais e federal), e 6) pesquisas eleitorais.
A metodologia adotada, com intervalo entre um número mínimo e máximo de vagas por partido, decorre, entre outros, de dois aspectos: 1) as coligações, e 2) o quociente eleitoral, que pode alterar significativamente o desempenho eleitoral das bancadas.
Desse modo, os partidos coligados podem ganhar ou perder vagas para seus parceiros, assim como a exigência de quociente eleitoral pode deixar fora da Câmara candidatos com excelente desempenho em face de o seu partido não ter ultrapassado a cláusula de barreira.
O estudo do DIAP, elaborado sob a coordenação do analista político e diretor de Documentação, Antônio Augusto de Queiroz, cuja integra vai ser colocada disponível na pagina do órgão na internet, inclui também os nomes dos candidatos com chance de eleição.


Veja o quadro comparativo com a previsão para a futura Câmara segundo dados do DIAP, do professor David Fleischer, e das consultorias Patri e Arko Advice.

Veja matéria completa e quadro de projeção para Câmara e Senado
http://www.diap.org.br/index.php/agencia-diap/14386-quando-comparativo-tendencia-de-eleicao-para-camara-dos-deputados