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terça-feira, 5 de março de 2013

Congresso vota hoje veto dos royalties; Paraná pode ganhar R$ 490 mi ao ano

Tendência é que os parlamentares rejeitem as mudanças que beneficiam os estados e municípios produtores de petróleo
Fonte:  Gazeta do Povo
Publicado em 05/03/2013 | GUILHERME VOITCH, COM AGÊNCIAS

Luís Macedo/Ag. Câmara / Plenário da Câmara: Planalto já dá como certa a derrota e liberou a base a votar como quiser
Plenário da Câmara: Planalto já dá como certa a derrota e liberou a base a votar como quiser
“Seria um reforço fantástico para os cofres dos municípios do interior. Falo pelo minha cidade. Barracão [no Sudoeste do Paraná], que recebe R$ 80 mil de royalties, passaria a receber R$ 490 mil”, diz Juarez Henrich, diretor-financeiro da CNM.O Congresso Nacional vota hoje o veto parcial da presidente Dilma Rousseff à redistribuição dos royalties do petróleo. A tendência é que os parlamentares derrubem o veto que trata da redivisão dos royalties para os contrados já vigentes e garantam mais recursos a municípios e estados não produtores, como o Paraná. Caso isso ocorra, os paranaenses ganhariam uma receita anual de R$ 490 milhões – R$ 350 milhões destinados às prefeituras e R$ 140 milhões para o governo do estado, de acordo com cálculos da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e da Associação dos Municípios do Paraná (AMP).

José Cruz/ABr / Souza: tentativa de incluir mudança no mar territorialINFOGRÁFICO: Veja como fica a partilha dos royalties caso o veto de Dilma seja derrubado

* Souza: tentativa de incluir mudança no mar territorial.


Medida provisória
Próxima briga será pela vinculação da receita do petróleo para a educação
Depois que o Congresso definir a partilha dos royalties do petróleo na votação de hoje, uma nova briga entre parlamentares e o Planalto deve ser travada em torno do assunto. Desta vez, na votação da Medida Provisória 592/12, que determina que 100% dos recursos dos royalties sejam destinados para a educação. Uma parte expressiva da base aliada é contra a vinculação de receitas.
A MP ainda determina que outra parcela do dinheiro do petróleo, destinada ao Fundo Social do Pré-Sal, também tenha 50% dos rendimentos destinados à educação. O restante da verba, segundo a MP, tem de ser investido em cultura, ciência e tecnologia, esporte, saúde e meio ambiente, sem porcentuais previamente definidos.
Integrante da Comissão Mista que vai analisar a MP, o senador paranaense Sérgio Souza (PMDB) afirma que irá buscar incluir no texto da medida provisória uma emenda redefinindo os limites do mar territorial brasileiro. Ele diz que levará estudos técnicos organizados pelo Movimento Pró-Paraná que aumentam os limites do mar paranaense. “Com esses novos cálculos, o Paraná passaria a ter direito a royalties de produtor do pré-sal.”

Base liberada
Como a maioria dos deputados e senadores é de estados não produtores, a tendência é que o veto caia. No governo federal, a derrota já é dada como praticamente certa e Dilma decidiu não confrontar os aliados. “O Planalto liberou sua base pata votar como quiser e a bancada do Paraná está fechada nesse ponto [pela derrubada do veto]”, afirma o senador Sérgio Souza (PMDB).
A votação do veto dos royalties acontece após o Supremo Tribunal Federal (STF) ter retirado, na semana passada, a exigência de votação em ordem cronológica de mais de 3 mil vetos. Isso havia sido imposto por uma liminar do ministro Luiz Fux. Parlamentares estimam que o simples atraso na votação, que deveria ter acontecido em dezembro, tenha impedido a distribuição de R$ 1 bilhão de royalties nos dois primeiros meses do ano.
Com a derrubada do veto, estados e municípios produtores de petróleo terão suas receitas reduzidas aos patamares de 2010. A presidente vetou a mudança na lei por entender que a mudança interfere em contratos em vigor e pelo fato de produtores terem já efetuado despesas contando com esses recursos.
As bancadas dos Rio de Janeiro e Espírito Santo destacam ainda que o próprio conceito de royalties impediria uma divisão que retire seus recursos. “Concordamos que o petróleo pertence à União, mas royalties é uma compensação aos estados e municípios que sofrem com essa exploração do petróleo”, argumenta o senador Francisco Dornelles do PP do Rio de Janeiro, um dos estados prejudicados. Para tentar impedir a votação, parlamentares do Rio e do Espírito Santo pretendem usar diversos mecanismos de obstrução da votação.
Concluído o embate sobre os royalties, os governistas tentarão aprovar a toque de caixa o orçamento de 2013 e uma alteração na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para permitir reajustes salariais para categorias que só aceitaram a proposta do governo após o dia 31 de agosto de 2012. Essas categorias ainda não estão recebendo os reajustes.
Espírito Santo e Rio apostam em reviravolta no STF
Ainda que o veto à redistribuição dos royalties do petróleo seja derrubado hoje, o assunto estará longe de um fim. Os governos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo – estados produtores de petróleo e maiores prejudicados com a redistribuição dos recursos – já anunciaram que irão ingressar com ações diretas de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal (STF). Eles vão alegar que a derrubada do veto representa quebra de contrato – o que é ilegal. Isso ocorreria porque a nova partilha prevê que os recursos oriundos de campos de exploração já em operação sejam redistribuídos.
Outra frente judiciária é continuar questionando a legalidade da votação de hoje. O deputado Alessandro Molon (PT-RJ), autor da ação no STF que barrou por dois meses a votação do veto dos royalties do petróleo, tem esperança de que, ao analisar o mérito da ação, o Supremo decida em favor do Rio. “Tenho forte convicção de que o STF vai julgar que a ordem de votação dos vetos deve ser a ordem cronológica – ainda que o Supremo tenha cassado a liminar para evitar crise com o Congresso e, no fundo, para permitir que se votasse o orçamento”, afirma o parlamentar.




quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Senado aprova prévias para candidatos a presidente


Pela proposta, apresentada pelo líder do PSDB no Senado, Alvaro Dias (PR), o estatuto de cada partido é que irá disciplinar a realização das primárias.

Possibilidade de se fazer primárias consta da Lei das Eleições, mas não tem atualmente caráter obrigatório. Projeto seguirá para a Câmara dos Deputados

Fonte: Gazeta do Povo / Agência Estado
O plenário do Senado aprovou na noite de terça-feira (18), em votação simbólica, proposta que cria regras para que os partidos políticos realizem prévias para a escolha de candidatos a presidente da República. A possibilidade de se fazer primárias consta da Lei das Eleições, mas não tem atualmente caráter obrigatório. O projeto, que seguirá para apreciação da Câmara dos Deputados, estabelece condições para que as legendas possam realizá-las.
Pela proposta, apresentada pelo líder do PSDB no Senado, Alvaro Dias (PR), o estatuto de cada partido é que irá disciplinar a realização das primárias. Elas poderão ser feitas a partir de um ano antes da data da eleição até o primeiro domingo de junho do ano em que ocorrerá a eleição presidencial. Esse prazo foi estipulado durante a apreciação do texto na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) em abril, a partir de uma emenda apresentada pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG), lançado há duas semanas pela cúpula do partido candidato a presidente da República.
Uma emenda do senador Pedro Taques (PDT-MT), relator da matéria na CCJ, também permite à Justiça Eleitoral dar instruções, acompanhar o processo de prévias e fiscalizar sua realização. Uma inovação do projeto é que os meios de comunicação também poderão fazer debates com os pré-candidatos dos partidos, previsão atualmente proibida pela legislação eleitoral.
Ninguém se pronunciou durante a discussão e votação da matéria, tendo sido aprovada em menos de um minuto. Durante a apreciação da proposta na CCJ em abril, o projeto recebeu 15 votos favoráveis e apenas um contrário, da senadora Marta Suplicy (PT-SP). Na ocasião, os senadores também rejeitaram duas emendas propostas pelo senador Eduardo Suplicy (PT-SP), uma das quais previa que pessoas simpáticas ao partido poderiam ter direito a voto nas prévias.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Eleições 2010: "Onda vermelha" pode varrer oposição do Senado Federal

Agência DIAP

Três vezes prefeito da capital fluminense e até então favorito para uma das vagas do Rio no Senado, Cesar Maia (DEM) foi ultrapassado pelo ex-prefeito de Nova Iguaçu Lindberg Farias (PT). Um dos líderes da tropa de choque oposicionista no Senado, Arthur Virgílio (PSDB-AM) amarga agora o terceiro lugar na briga por um dos postos amazonenses na Casa.
Ex-vice do presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), Marco Maciel (DEM-PE) namora a terceira colocação. Um dos mais duros opositores do governo federal, o senador Heráclito Fortes (DEM-PI) está em quarto lugar. Embora de estados distantes entre si, os quatro enfrentam o mesmo adversário: a "onda vermelha" liderada pela coligação da candidatura de Dilma Rousseff (PT) à Presidência.
"Há uma convergência de fatores contra a oposição: a popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a estabilidade macroeconômica, a ampla coalizão política de apoio a Dilma e palanques fortes nos estados", explicou o presidente do Instituto Brasileiro de Pesquisa Social (IBPS), cientista político Geraldo Tadeu Monteiro.
Maia, que começou a disputa dividindo a liderança com Marcelo Crivella (PRB), agora luta para não cair para o quarto lugar. A disputa começou com pelo menos quatro candidatos fortes: além do ex-prefeito da capital e de Lindberg - que se elegera duas vezes prefeito na Baixada Fluminense - brigam pela eleição o presidente licenciado da Assembleia Legislativa, Jorge Picciani (PMDB), e o próprio Crivella, bispo da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd), forte entres os evangélicos.
O petista e o peemedebista têm uma vantagem: integram a coligação local, liderada pelo governador Sérgio Cabral Filho (PMDB), cujos índices de intenção de voto beiram 60%. Crivella tem apoio de Lula, mas não tem aliança, perdendo tempo de TV e volume de campanha de rua. E Maia apoia o candidato a governador Fernando Gabeira (PV), que não chega a 20%.
"A eleição para o Senado é casada", disse Monteiro. "Um bom candidato a governador ou a presidente puxa para cima o candidato a senador." Na última pesquisa Datafolha, Maia ficou com 29%, contra 40% para Crivella e 36% para o petista. Picciani apareceu com 22%.

Vermelhos e azuis
No Amazonas, Arthur Virgílio perdeu o segundo lugar na disputa pelo Senado para Vanessa Grazziotin (PCdoB), segundo pesquisa Ibope divulgada na última segunda-feira. Vanessa chegou a 39%, contra 34% do tucano, em um quadro de empate técnico - a liderança é do ex-governador Eduardo Braga, com 80%.
Na tentativa de sobreviver, Virgílio já disse querer o voto de "vermelhos e azuis" e tentou se descolar do presidenciável de seu partido, José Serra. Não adiantou muito: adversários lembraram o episódio em que, há cinco anos, em meio a escândalos que atingiam o governo federal, o senador, conhecido por suas declarações inusitadas, ameaçou "dar uma surra" no presidente Lula, muito popular no estado.
Mais discreto, o senador Marco Maciel, com uma eleição tranquila em 2002 em Pernambuco, agora vê que é concreta a ameaça de não se reeleger. Maciel largou na frente, mas foi ultrapassado nas pesquisas pelo petista Humberto Costa, que, de acordo com o último Datafolha, tem 44%. Maciel tem 32% e Armando Monteiro Neto (PTB), em ascensão, 30%.
Como a margem de erro é três pontos porcentuais, Maciel e Monteiro estão em empate técnico. Mesmo assim, o senador "demo" parece cada vez mais ameaçado pelo petebista.
Heráclito Fortes está pior: pesquisa do Instituto Amostragem o coloca em quarto (23,04%), atrás de Wellington Dias (PT, com 61,65%), Mão Santa (PSC, 32,63%) e Ciro Nogueira (PP, 25,24%).

Tasso
Para o cientista político do IBPS, o mau desempenho na disputa para o Senado se dá em um quadro mais amplo de recuo nos votos oposicionista. "Acho que vamos assistir a uma vitória esmagadora dos partidos da coalizão do governo", disse. "PSDB e DEM ficarão restritos a poucos Estados".
Senador de vários mandatos e áspero crítico do governo Lula, Tasso Jereissati (PSDB-CE) ainda lidera, mas caiu quatro pontos na última pesquisa Datafolha. Na briga pelo segundo, estão Eunício Oliveira (PMDB), com 34%, e José Pimentel (PT), com 31%.
Mesmo Jereissati, porém, depende em parte do prestígio governista: tem a ajuda do grupo político de Ciro Gomes, irmão do governador Cid Gomes (PSB), que apoia Dilma. (Fonte: O Estado de S.Paulo)
Quando comparativo: tendência de eleição para Câmara dos Deputados
Agência DIAP

A metodologia adotada, com intervalo entre um número mínimo e máximo de vagas por partido político, decorre, entre outros, de dois aspectos: 1) as coligações partidárias, e 2) o quociente eleitoral, que pode alterar significativamente o desempenho eleitoral das bancadas dos partidos na legislatura 2011-2014 para a Câmara dos Deputados
O DIAP acaba de concluir seu prognóstico para a eleição da Câmara dos Deputados neste pleito de 2010, feito com base em informações qualitativas e quantitativas.
O levantamento considerou, basicamente, seis aspectos: 1) desempenho individual do candidato (perfil, vínculos políticos, econômicos e sociais, experiência política anterior e serviços prestados), 2) trajetória e popularidade do partido, com base nas últimas cinco eleições), 3) os recursos disponíveis (financeiros e humanos, como financiadores e militantes), 4) coligações e vinculação a candidatos majoritários (senador, governador e presidente), 5) apoio governamental (máquinas municipais, estaduais e federal), e 6) pesquisas eleitorais.
A metodologia adotada, com intervalo entre um número mínimo e máximo de vagas por partido, decorre, entre outros, de dois aspectos: 1) as coligações, e 2) o quociente eleitoral, que pode alterar significativamente o desempenho eleitoral das bancadas.
Desse modo, os partidos coligados podem ganhar ou perder vagas para seus parceiros, assim como a exigência de quociente eleitoral pode deixar fora da Câmara candidatos com excelente desempenho em face de o seu partido não ter ultrapassado a cláusula de barreira.
O estudo do DIAP, elaborado sob a coordenação do analista político e diretor de Documentação, Antônio Augusto de Queiroz, cuja integra vai ser colocada disponível na pagina do órgão na internet, inclui também os nomes dos candidatos com chance de eleição.


Veja o quadro comparativo com a previsão para a futura Câmara segundo dados do DIAP, do professor David Fleischer, e das consultorias Patri e Arko Advice.

Veja matéria completa e quadro de projeção para Câmara e Senado
http://www.diap.org.br/index.php/agencia-diap/14386-quando-comparativo-tendencia-de-eleicao-para-camara-dos-deputados

quinta-feira, 15 de julho de 2010

240 Prefeitos prestigiam encontro de Osmar Dias e Dilma Roussef no Paraná.


 
Dilma diz que aliança para eleger Osmar Dias é exemplo de maturidade e conduta política do Paraná.

Curitiba, 14.07.2010 – A candidata a Presidência da República, Dilma Roussef, afirmou nesta quarta-feira, em encontro com 240 prefeitos paranaenses, que a aliança em torno da candidatura de Osmar Dias ao governo do Paraná é exemplo de conduta e maturidade política. “Vejo aqui um momento de vitória na minha caminhada em busca da continuidade do projeto do presidente Lula. O Paraná tem uma aliança expressa em pessoas. Uma aliança materializada em Osmar Dias, Rocha Loures, Gleisi Hoffmann e Requião. E tem o governador Pessuti que dá demonstração de grandeza e de clareza do que está em jogo na eleição. É um momento baseado na generosidade e na consciência do que o Paraná e o Brasil conquistaram até aqui com a administração do Presidente Lula. É um projeto que conquistou todos os requisitos para ser vitorioso. Com ele o Paraná mostra maturidade e exemplo de conduta política”, disse.
Dilma ressaltou que no Paraná foi feita uma composição política ampla e que Osmar Dias é a pessoa que representa esta unidade. “Osmar Dias é um homem sensível a um projeto de desenvolvimento do nosso País e do Paraná. Um líder político sério, honesto e digno. Agora é a hora de Osmar. O futuro do Paraná está nas mãos dele”, salientou a candidata à Presidência da República. Segundo ela, Osmar Dias será um grande parceiro nas transformações que o Paraná e o Brasil precisam. “Vamos fazer a segunda etapa do programa Minha Casa Minha Vida construindo mais dois milhões de moradias. Vamos remunerar adequadamente os professores e expandir as universidades. Vamos garantir igualdade de oportunidades no nosso País”, disse.
Osmar Dias, candidato ao governo do Paraná pela coligação A união faz um novo Amanhã, ressaltou o compromisso com um projeto de Estado. “Sou candidato ao governo porque mais de 10 milhões de pessoas, 7,5 milhões de eleitores não poderiam ficar sem opção de escolha. Tenho o compromisso de fazer do Paraná o primeiro Estado do País a zerar a pobreza”, afirmou ao ressaltar que irá governar ao lado dos prefeitos. “Vamos fazer do escritório de representação do Paraná em Brasília um alicerce da execução de projetos para os prefeitos deste Estado. Os prefeitos terão o apoio do governo para que numa parceria concreta possamos construir um Estado ainda melhor. Me orgulho pelo apoio de tantos prefeitos. Com isso o Paraná vai ganhar”, disse.
Ele ressaltou a defesa das empresas públicas e a não-privatização. “Nesta aliança estão os defensores da ampliação da política tributária implantada no Paraná. Quero o compromisso da Dilma com os jovens e com as mulheres deste Estado. O compromisso de ajudar a implantar a Educação em Tempo Integral em todos os municípios paranaenses”, destacou.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Primeira escola em tempo integral de Maringá homenageia pioneiro Silvino Fernandes Dias

Senador Osmar Dias fala de família, história do Paraná e de educação. 

       Primeira escola em tempo integral de Maringá homenageia pioneiro Silvino Fernandes Dias


A cidade de Maringá ganha nesta sexta-feira, 18, a sua primeira escola com educação em tempo integral. Batizada com o nome do pioneiro Silvino Fernandes Dias, a escola atenderá a 320 crianças do Ensino Fundamental.

Data: 18 de junho de 2010
Horário: 15 horas
Local: Rua Brasília, esquina com Alexandre Men, no Residencial Vila Nova, Maringá.

O líder do PDT no Senado Federal, Osmar Dias, destacou a homenagem feita ao patriarca da família Dias na primeira escola em tempo integral da cidade. “Tenho que agradecer ao prefeito Silvio Barros; ao vice-prefeito, Carlos Roberto Pupin; ao deputado Ricardo Barros e à deputada Cida Borghetti por terem escolhido o nome do meu pai na primeira escola com educação em tempo integral de Maringá. É uma homenagem emblemática para a nossa família.

Esta escola foi construída exatamente nas terras onde meu pai chegou em 1938, localizada em frente à sede da fazenda onde nós moramos e onde eu praticamente nasci. É uma homenagem muito emblemática para a nossa família. Tenho a certeza de que meu pai se sente também homenageado. Os alunos da Escola Silvino Fernandes Dias encontrarão ali o melhor ambiente para ter sucesso na vida, porque tudo o que meu pai fez foi dentro da honestidade e da ética. Esta escola irá refletir aquilo que representa o seu patrono”, afirma Osmar Dias.

O investimento na obra foi de R$ 2,6 milhões. A escola Silvino Fernandes Dias tem 10 salas de aula, sala de informática, biblioteca, sala multiuso, cozinha, refeitório, quadra coberta com rampa de acesso e estacionamento próprio. Toda a obra atende às regras de acessibilidade.


Osmar: “Educar os filhos sempre foi prioridade do meu pai”



Osmar lembra do empenho da família em ter como prioridade a educação dos filhos. “Nosso pai não teve oportunidade de estudar e quando chegou a Maringá decidiu dar esta oportunidade aos filhos. Ao batizar a escola com o nome de Silvino Fernandes Dias estamos estendendo o ideal de educação a todos aqueles que não têm acesso ao ensino. As famílias dos alunos desta escola vão poder realizar o sonho do nosso pai, de dar oportunidade de estudo aos seus filhos e a todos aqueles que viveram e trabalharam na sua fazenda. Ele tinha a visão de que a educação é importante para todos. Não ficava na fazenda aquele que não tivesse o filho na escola. A educação sempre foi prioridade para Silvino e Helena Dias. Fico muito feliz em ver o nome do nosso pai em uma escola em tempo integral. Esta obra é, para a mim e para a nossa família, um símbolo para o verdadeiro fortalecimento da educação pública de Maringá, do Paraná e do Brasil”, destaca Osmar Dias.


A história de um pioneiro                     O casal Silvino e Helena Dias 

Osmar Dias lembra a história do pai Silvino Fernandes Dias e dos laços da família com Maringá e o Paraná. “Os meus pais tiveram uma história muito bonita, na formação do Estado do Paraná. Nosso pai, quando veio de Quatá, não trouxe família no começo. Chegou em 1938 no Paraná, vindo em uma Jardineira. Parou em Londrina, e de lá seguiu por uma estrada muito ruim até o local onde é hoje Mandaguari, na sede da Companhia Colonizadora. De Mandaguari, foi a  cavalo por uma picada até onde seria criada a cidade de Maringá. Por isso que até hoje tem “o fim da picada” em Maringá. O “fim da picada” era onde terminava a trilha que meu pai percorreu até chegar à cidade. Foi então que comprou as terras que iniciaram a história da nossa família ligada à agricultura paranaense. Agricultor de ofício, nosso pai veio de Quatá com essa tradição de cuidar da terra. Queria uma terra que tivesse água e localizada, no máximo, a 10 quilômetros do traçado da ferrovia.
Foi então formando aos poucos a fazenda que comprou em 1938 para, mais tarde, trazer a família ao Paraná. Viemos todos para Maringá em 1954, quando eu tinha 2 anos de idade. Nossa fazenda, durante todos esses anos, foi a fonte de renda da família.
Ele era um grande cafeicultor e nossa família viveu a vida inteira na fazenda. A gente morava no campo e de repente estava morando na cidade, porque a cidade chegou aos limites da fazenda. Toda a tradição da nossa família está enraizada aqui. Todos os meus irmãos são agricultores.
E eu segui o mesmo caminho por inspiração do nosso pai, o seu Silvino, que foi um dos agricultores mais importantes da região de Maringá, uma cidade que se desenvolveu muito também em função da cafeicultura.
Naquela época, era tradição os agricultores fazerem doações de sacas de café para a construção de igrejas. Nosso pai, juntamente com outros agricultores, ajudou, na época, a construir a igreja que hoje é a Catedral de Maringá – que é um monumento da cidade e reconhecido mundialmente. Esta é a história de Silvino Fernandes Dias que foi um grande pioneiro na cidade de Maringá, um dos primeiros a comprar terras numa região que era só mata.
Um local hoje de grande desenvolvimento que vê nascer uma escola com educação em tempo integral, realidade no presente e a certeza de um futuro melhor para as crianças que aqui vivem.”


                                    O melhor de todos os Dias

A escola atenderá a 320 crianças do Ensino
       Fundamental em período integral


Nesta sexta-feira, Maringá inaugura a primeira escola de tempo integral da cidade. Só pelo fato de se ter um local que dará atenção especial às crianças maringaenses já seria motivo de comemoração, mas a escola ainda levará o nome de um pioneiro do município: Silvino Fernandes Dias, meu pai.
Em 1938, Silvino não se importou em viajar sobre o bagageiro de uma velha jardineira saindo de Quatá, em São Paulo, para dias depois finalmente chegar onde futuramente cresceria uma das maiores e mais modernas cidades de nosso país, a bela Londrina.
À época a cidade não era mais do que um local de pouso para os pioneiros e troca do meio de transporte. Se até lá a viagem foi árdua, enfrentando o barro e a poeira, era no outro dia que a situação passaria a exigir ainda mais coragem e destemor. Com 27 anos, Silvino Dias teve ousadia e visão suficientes para ir em frente e fez uma exigência que seria decisiva na definição do seu futuro: queria que o levassem até uma área com abundância de água e que ficasse a menos de 10 km do traçado da ferrovia que já estava projetada.
Percorreu mais 30 km e chegou no local que se chamava "fim da picada". Aliás, esse ainda é o nome de um dos pontos mais habitados de uma das mais belas cidades do Brasil: Maringá. Percorreu a pé picadas abertas na mata densa da região e não teve dúvidas: adquiriu 100 alqueires, exatamente como havia exigido. Terra fértil, com nascente de água e próxima do traçado da "estrada de ferro". Com a escritura das terras nas mãos enfrentou o mesmo caminho de volta.
Mas o sonho de começar uma vida nova atenuou o sofrimento da sacrificante viagem. Não imaginava nem de longe que acabara de inscrever-se como um dos pioneiros de Maringá, aqueles que transformariam a mata daqueles confins do noroeste do Paraná em uma região próspera, de uma agricultura das mais avançadas do mundo e, com o passar dos tempos, numa cidade admirada por todos pela sua beleza e pela qualidade de vida.
De 1938 até 1954 foram inúmeras as viagens que realizou até mudar-se definitivamente com toda a família para a nova fazenda, já formada com a cultura de café.
E foi assim que um casal que não teve sequer a oportunidade de concluir o então curso primário exigiu de seus filhos formação superior. Mas a formação acadêmica foi apenas um componente do que nos proporcionaram.
Com ele aprendemos muito mais, com seus exemplos, com suas atitudes. As regras rígidas na freqüência ao trabalho diário, a honestidade absoluta nos ofícios e nas atividades, o respeito e tratamento igualitário aos funcionários da fazenda fizeram com que as pessoas percebessem que ali vivia um casal que levava muito a sério a religião, a dignidade, o cumprimento da palavra, a honra.
Hoje, a Fazenda Diamante não existe mais. Ficava muito perto da estrada de ferro, e foi aos poucos sendo transformada em uma significativa área da cidade de Maringá.
Assim, como os paulistas, mineiros, gaúchos e tantos outros migrantes que construíram o Paraná que tanto nos orgulha, Seu Silvino Dias deixou-nos esse sábio ensinamento:
O Brasil é dos brasileiros e somos nós que temos o direito e, principalmente, o dever de levar a outros estados o que aqui aprendemos, para que assim nossos irmãos também possam receber do nosso trabalho e do nosso conhecimento os frutos do desenvolvimento descentralizado, para que todos possam viver com mais dignidade e respeito.
O Paraná deve a seus pioneiros e desbravadores o progresso que se espalha por todas as regiões. Porém, muitos estados devem aos paranaenses, filhos daqueles pioneiros a distribuição do desenvolvimento que lhes oferece a oportunidade de trabalho e de sustento de suas famílias.
Estes paranaenses que, ousadamente, levam a outros estados as virtudes admiráveis do nosso Paraná, merecem muito respeito de todos, porque a exemplo dos nossos pioneiros, enfrentam igualmente as agruras que se apresentam na implantação de novos projetos que vão transformar o Brasil numa nação soberana e sem tantas desigualdades sociais.
Pelo país afora, milhares de paranaenses plantaram e continuam a contribuir para o surgimento de novas cidades, a partir dos seus sacrifícios e investimentos. Acredito que o Seu Silvino ao transferir aos seus filhos esse espírito de luta e trabalho, deu sua contribuição à construção de um país mais igual, mais justo.
Meu pai viveu 95 anos de honradez e dignidade. Nunca alguém testemunhou este homem descumprir sua palavra. Obrigado, meu pai, por essa herança de formação que nos deixou. Todos nós temos a certeza de que recebemos uma graça divina por tê-lo como nosso pai.
Deus nos ajude, a cada um dos seus filhos, a seguir sempre os seus passos, os seus exemplos, e a sua conduta de honradez e honestidade.



Osmar Dias é um dos dez filhos de Silvino Fernandes Dias e líder do PDT no Senado Federal

terça-feira, 1 de junho de 2010

Osmar Dias defende o afastamento da mesa diretora da Assembléia Legislativa do Paraná

O Senador Osmar Dias se manifestou agora à tarde pelo twitter, defendendo o afastamento da Mesa Diretora da ALEP. Abaixo transcritas suas postagens:

@Osmar_Dias >Respondendo aos inúmeros questionamentos sobre minha posição a respeito do afastamento da Mesa Diretora da Assembléia Legislativa do PR. 
@Osmar_Dias >Da mesma forma que encaminhei à UGT (União Geral dos Trabalhadores): Defendo o afastamento da Mesa Diretora da Assembléia Legislativa do Paraná.
@Osmar_Dias >Entendo que as denúncias de irregularidades na Assembléia devem ser investigadas a fundo e nada deve servir de obstáculo neste processo.
@Osmar_Dias >Por isso, o afastamento da Mesa Diretora é necessário.
@Osmar_Dias >Minha posição é coerente. No Senado, fui o primeiro parlamentar a pedir o afastamento do presidente José Sarney.
@Osmar_Dias >Fiz isso porque acredito que as investigações devem acontecer sem qualquer tipo de interferência. Como manda a democracia.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Osmar Dias defende que ficha limpa vigore nas eleições deste ano

 
Crédito da foto: Geraldo Magela - Agência Senado






Brasília 20.05.2010 - Osmar Dias, líder do PDT no Senado Federal e pré-candidato do partido ao governo do Paraná, defende que o projeto de iniciativa popular “Ficha Limpa”, aprovado nesta semana pelo Congresso Nacional, seja válido para o pleito de outubro. “Aprovamos um projeto que vai mudar os rumos da política brasileira. Com a nova lei, quem vai se candidatar não pode ter condenação judicial definida por um colegiado de juízes. Este projeto, que teve origem na sociedade, foi aprovado por unanimidade. Defendi a urgência na aprovação porque quero que valha já para as eleições de 2010”, afirmou o líder pedetista.
Na opinião de Osmar, é necessária a eliminação das candidaturas daqueles que têm condenações na justiça. “Com isso faremos uma limpeza que vai melhorar a qualidade na política. Quem vai ganhar é a sociedade”, finalizou.
O projeto ficha limpa aprovado pelo Congresso é resultado de iniciativa popular com 1,6 milhão de assinaturas protocolado em setembro na Câmara e aprovado nesta semana pelo Senado. Agora o projeto aguarda a sanção presidencial para ter validade e será o TSE que definirá se a medida será válida para as próximas eleições.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Homenagem a Osmar Dias reúne mais de 3 mil pessoas em Curitiba


Crédito das Fotos: José D'Ambrosio Neto

Curitiba, 18.05.2010 – Três mil e quinhentas lideranças de todo o Paraná lotaram o salão Nápoli do Restaurante Madalosso, em Curitiba, em homenagem ao pré-candidato ao governo do Paraná, Osmar Dias, autor do projeto de lei que acabou com a multa de R$ 6 milhões mensais que o Paraná pagava à União por conta da venda do Banestado.

O jantar, organizado pelo PDT e realizado nesta segunda-feira, 17, integrou lideranças de diversos partidos, entre elas o presidente do DEM paranaense, deputado federal Abelardo Lupion; o presidente do PR, deputado federal, Fernando Giacobo; o presidente do PSC, deputado federal Ratinho Junior; a ex-presidente do PT do Paraná, Gleisi Hoffman, o deputado federal petista, Angelo Vanhoni; o presidente do PC do B do Paraná, Milton Alves; o deputado estadual Marcelo Rangel (PPS), a vereadora de Curitiba, Renata Bueno (PPS); o secretário-geral do PMDB do Paraná, João Arruda, o ex-ministro Euclides Scalco (PSDB), prefeito de São José dos Pinhais, Ivan Rodrigues (PTB) e também empresários e líderes sindicais. As bases do PDT, partido anfitrião, compareceram em peso, representadas pelo deputado estadual e presidente da legenda, Augustinho Zucchi, o deputado estadual Neivo Beraldin, o deputado federal Wilson Picler, vereadores, os prefeitos de Cascavel, Edgar Bueno; Paranaguá, José Baka Filho; Londrina, Barbosa Neto; Foz do Iguaçu, Paulo Mac Donald Ghisi; Umuarama, Moacir Silva; Pato Branco, Roberto Viganó; o vice-prefeito de Maringá, Roberto Pupin, a vice-prefeita de Pinhais, Marli Paulino, o vice-prefeito de São José dos Pinhais, Jairo Melo, e ex-prefeitos de todas as regiões paranaenses.

“Aqui estão reunidos representantes de todos os partidos políticos e de movimentos sociais. Aqui estão representados todos os paranaenses, desde lideranças políticas muito importantes na história deste Estado, como o ex-ministro Euclides Scalco e também presidentes de partidos, deputados estaduais, federais, vereadores e prefeitos. É uma noite especial para mim, porque o que gratifica quem faz política com seriedade é o reconhecimento. A conquista que obtivemos no Senado Federal foi a maior conquista que se obteve no parlamento em favor do Paraná em toda a história. Uma conquista que não alcancei sozinho. Estamos festejando não apenas o fim de uma multa que o Paraná pagava. Festejamos o que simboliza a essência da política, que é servir à sociedade e atender aos interesses públicos mais legítimos. Política não se faz com o fígado, mas com inteligência e coração. Foi um gesto de amor ao Paraná assumir esta bandeira e lutar muito para acabar com a multa. É uma vitória do Paraná e do povo paranaense”, afirmou Osmar Dias em seu discurso.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

“A eleição do Serra será decidida pelo Paraná”, aposta Alvaro Dias

     Fonte: Blog do Esmael Moraes
O senador Alvaro Dias fez uma rápida avaliação do quadro política para o blog, sob a perspectiva do PSDB. Segundo o parlamentar tucano, o sucesso eleitoral do governador José Serra à presidência da República passará, necessariamente, pelo Paraná.
De acordo com o senador do PSDB, os estados do Sul e em especial o Paraná ganharam importância estratégia na disputa pela sucessão de Lula.
“Todos os sociólogos são unânimes em afirmar que a diferença do Nordeste a favor de Dilma será compensada para os tucanos nos estados do Sul, em especial pelo Paraná”, disse Alvaro.
Na avaliação do senador, os estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro se anularão mutuamente entre Dilma e Serra e o resultado do Nordeste será neutralizado pelo desempenho tucano no Paraná.
Alvaro Dias destaca que o presidente nacional da legenda, senador Sérgio Guerra (PE), está conversando muito com as lideranças políticas paranaenses.
“Há uma clara torcida pelo meu nome em virtude do meu papel no jogo sucessório nacional”, confidenciou o senador tucano ao blog.
Entretanto, Alvaro Dias não quis arriscar um palpite acerca da reunião marcada pelo diretório estadual para o próximo dia 8 de fevereiro.
“Pode até acontecer, mas não decidirá nada”.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Empreiteira pagou propina de R$ 3 mi a aliados de Sarney, diz jornal


A construtora Camargo Corrêa teria acertado propina de quase R$ 3 milhões para PT e PMDB, segundo reportagem do jornal “Folha de S. Paulo” que se baseou em relatório da Operação Castelo de Areia, deflagrada pela PF (Polícia Federal).
De acordo com o documento citado pelo jornal, a propina viria da obra da represa de Tucuruí, no Pará. Os supostos beneficiários do esquema integrariam o grupo político do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), que possui influência no Ministério de Minas e Energia.
Os pagamentos constam em arquivos digitalizados apreendidos com Pietro Bianchi, diretor da empreiteira. O valor recebido pelos partidos representaria 3% de uma parcela para a construção da barragem, de R$ 97 milhões.

Doações nominais
Nos documentos apreendidos, a divisão de recursos destinada ao PMDB se refere a “Astro/Sarney” e o valor dado ao PT, a “Paulo”.
A PF diz que Sarney "provavelmente" é Fernando Sarney, filho do presidente do Senado. Ainda segundo o relatório, "Astro" se refere a Astrogildo Quental, diretor financeiro da Eletrobrás e ex-secretário estadual do Maranhão no governo de Roseana Sarney. A PF suspeita que “Paulo” seja Paulo Ferreira, suposto tesoureiro do PT.
Procurados pelo jornal, o PT negou o envolvimento com as irregularidades, enquanto o PMDB e a Camargo Corrêa não se pronunciaram. Sarney classificou a acusação como “insulto”.
A operação, deflagrada em março deste ano, apura um esquema de evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Desde a semana passada, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) suspendeu a operação atendendo a pedido da defesa da Camargo Corrêa que questiona a legalidade das provas colhidas. O Ministério Público Federal (MPF) pediu ao STJ vista dos autos do processo com objetivo de recorrer da decisão.

Fonte: Redação brasil@eband.com.br

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Luiz geraldo Mazza e o Álvaro Brancaleone


Luta contra os Dias

A arregimentação condominial que pretende entronizar Beto Richa como candidato, o mais rapidamente possível, no PSDB está mostrando, embora a prevalência numérica, a capacidade de resistência de Alvaro Dias. Como não tem preguiça e é bem mais talentoso do que o exército adversário consegue infringir-lhe desgastes contundentes. Armas pesadas, normalmente adequadas ao andamento da campanha eleitoral, nunca em fase prévia, são usadas como se fossem peteca e não tacape como boataria, contrainformação. Mantendo postura elegante, como lutador de florete, Alvaro, que tem o crédito de quem mais luta como oposicionista em termos nacionais no tucanato, lembrou aos apressados que as calendas ”terminativas” da decisão ficam para junho e não fevereiro como os açodados pretendem em nome não de suposto racha mas de um preposto Richa. Como Alvaro tem dito que se ele disputar Osmar pula fora armaram uma exigência: aceitam a tese se o pedetista fizer a declaração em carta. Com essa pretendem acertar nos dois e é claro que a pretensão é meramente especulativa.

Alvaro brancaleone
É tão desigual o proselitismo pró Beto na multimídia que isso confere a Alvaro Dias, na disputa, um certo ar de exército brancaleone. O senador, sozinho, é mais ágil que a trupe assanhada que quer levar na marra a indicação pelo tucanato. José Aníbal, deputado federal, negou que tivesse desqualificado pesquisa pró senador. Na batalha eleitoral a primeira vítima não é a verdade, mas o escrúpulo. Não teria sentido um dirigente do PSDB, ocupado com o pleito nacional e o paulista, envolver-se por aqui, logo com aquele que ajudou a expulsar do partido em passado recente.

Fonte : Luiz Geraldo Mazza (Folha de Londrina e CBN) .

OLHO VIVO: O povo do Paraná é quem deve ser consultado, neste ponto crucial, é que o Álvaro tem plena razão, pois de nada adianta decidir a portas fechadas o que deve ser melhor para a nossa população, se essa decisão não expressar realmente a vontade popular, para isso servem as pesquisas, instrumento que deve sim, ser utilizado para pesar os prós e os contras. Não esquecendo também que se o Beto for candidato, o PSDB estará abrindo mão de uma das mais importantes capitais do Brasil, Curitiba, para o PSB do Luciano, e quem sabe antecipar o que acontecerá depois. O momento é de reflexão e consulta; a pressa conduz ao erro,  a paciência à sabedoria e a sabedoria ao acerto. O candidato do PSDB, assim como o dos outros partidos, só será homologado em junho, e tem muito chão e pedras para rolar até lá, antes disto tudo que se falar é simples especulação.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Senador Álvaro Dias não aceita continuar em CPI's que compactuem com o governo.


Fonte: Blog do Fábio Campana


Sem acesso a informações e documentos, a oposição está disposta a jogar a toalha e abandonar a CPI da Petrobrás, no início desta semana.
Totalmente controlada pelo governo, a Comissão Parlamentar de Inquérito acabou esvaziada depois de três meses de funcionamento. Nesse período, os oposicionistas não conseguiram aprovar a convocação de envolvidos em supostas irregularidades com a estatal nem consultar a papelada enviada ao colegiado.
“Defendo a tese de que a gente saia da CPI para não compactuar com essa encenação. Se continuarmos, vai parecer que estamos concordando com algo espúrio”, afirma o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), autor do requerimento da comissão.
Na terça-feira, as bancadas tucana e do DEM deverão ser reunir para decidir o que fazer. Dos 11 titulares, a oposição tem só 3 membros, o que impossibilita a aprovação de qualquer medida que desagrade ao governo e à Petrobrás.
Blindada pela tropa de choque do governo, a CPI teve 11 reuniões desde sua instalação e tomou o depoimento de meia dúzia de diretores da estatal. O relator, senador Romero Jucá (PMDB-RR), já avisou que pretende apresentar suas conclusões em dezembro. Deverão constar propostas para melhorar a administração, como uma legislação específica para licitações.
“O interesse do governo nessa CPI é descomunal. Por isso, não conseguimos avançar nada”, lamenta Dias.

OLHO VIVO: Certíssimo o Senador Álvaro Dias, o povo já está cheio de "tudo acabar em pizza", e de "CPI's somente prá inglês ver", continuar a bordo de  barco furado, e trem que não anda, ora, só para aqueles que não tem o que fazer ou  outros interesses escussos!

PT confirma que pode lançar candidato prórpio ao governo do Paraná


Fonte: Roger Pereira

O “breque” nas alianças anunciado pelo presidente em exercício do PDT, deputado Augustinho Zucchi, e a relutância do senador Osmar Dias (PDT) em anunciar publicamente sua intenção de disputar o governo do Estado em uma coligação com o PT no ano que vem foram os principais motivos que levaram a direção estadual petista a anunciar (em nota divulgada sexta-feira) que, apesar da preferência pela formação de uma aliança, o partido está preparado para lançar um candidato próprio ao governo.
Os motivos foram destacados ontem, durante reunião do diretório estadual da legenda. A presidente estadual do partido, Gleisi Hoffmann, informou que o PT aguarda uma posição de Osmar, no máximo, até o fim do ano.
A irritação do PT se deve ao fato de que Osmar teria afirmado a dirigentes do PT que anunciaria publicamente a intenção de caminhar com o PT dias antes de Zucchi informar que o PDT iria parar por um momento de discutir alianças.
Presentes no encontro, o ex-prefeito de Londrina, Nedson Micheleti e a secretária estadual de Ciência e Tecnologia, Lygia Pupatto, inclusive, colocaram seus nomes à disposição para a disputa estadual. Outros nomes, mas que não estavam na reunião, também foram lembrados, como o do ministro Paulo Bernardo e o do presidente da Itaipu Binacional, Jorge Samek.

“A aliança é o que queremos e estamos construindo, mas deixamos claro que temos alternativas. Se não tivermos segurança nessa aliança, vamos lançar candidato próprio”, disse o secretário-geral do PT, Florisvaldo de Souza. “Está faltando o Osmar falar publicamente que prioriza a aliança com o PT”, emendou.
Para o secretário, a nota acalma a base do partido e deixa claro que o partido não será refém de ninguém. “Não vai acontecer o que o governador Requião, numa semana infeliz, declarou, que o PT vai rastejar atrás do PMDB”, comentou.
O deputado federal André Vargas, um dos mais críticos à postura de Osmar Dias, disse que a nota é uma reposta direta ao pré-candidato pedetista e cobra uma definição do senador que, segundo ele, está vacilando.
“Ele não definiu de que lado está. Está vacilando. Temo que faça com o PT igual fez com o Requião em 2006, quando conversou, articulou e na hora saiu candidato, adversário de Requião como candidato da direita”, disse. Sobre as conversas que teve com Osmar, Vargas disse apenas que “minha relação política com Osmar Dias, agora, será somente em público”.
A presidente estadual do partido, Gleisi Hoffmann explicou que a nota surgiu de uma necessidade do partido se posicionar perante a militância e a sociedade sobre as mudanças na conjuntura, mas que não foi direcionada a nenhum personagem em específico. Gleisi disse que espera, até o final do ano, por alguma atitude simbólica de Osmar Dias que indique que ele pretenda caminhar junto com o PT.
“Não é só questão de dar palanque para a Dilma (Rousseff pré-candidata petista à presidência), como ele vem dizendo. É questão de concepção de estado, de projeto de desenvolvimento do Brasil”, disse, revelando que uma posição firme do senador neste sentido passaria por cima, até, de sua assinatura na CPI do MST, que desagradou muitas correntes do partido.
Gleisi lembrou que a aliança também pretende englobar o PMDB do governador Roberto Requião e que, para isso, conta com a palavra do governador, que contestou a aliança nacional formada por PT e PMDB.
“Acredito que se ele contestou, foi no método, pelo fato de ele não ter sido consultado, pois ele é homem de palavra e já disse para a ministra Dilma, na minha frente, que ele a apoiará”.

OLHOH VIVO: Olha minha gente o Pt do Paraná tem nomes de peso para lançar como candidatos ao Governo do Estado sim, e não pode somente ficar esperando a boa vontade de outros decidirem! A própria Gleise, se não fosse candidata ao senado, onde já está sendo apontadas em todas as pesquisas, como praticamente vaga garantida, se tudo continuar andando conforme manda o figurino, serioa uma candidata fortíssima ao cargo maior do nosso Estado! Olha PT/PR, lembre-se, "quem muito espera come frio"!




sexta-feira, 23 de outubro de 2009

SENADOR OSMAR DIAS SE POSICIONA CONTRA O PT.


Osmar assina CPI do MST e se afasta do PT
Fonte:Roger Pereira
Agência Senado / Paraná on line

Osmar: “Pensei, refleti, analisei”. 
Único senador do PDT que assinou a proposta de CPMI do MST, Osmar Dias disse que agiu por coerência, sem se preocupar com as consequências eleitorais de sua decisão.
Negociando uma aliança com o PT para a disputa do governo do Estado no ano que vem, Osmar é visto com resistência por alas petistas justamente por sua ligação com o agronegócio e sua assinatura na CPMI pode ser mais um argumento para o grupo contrário à aliança.
“Não estou preocupado com o que algumas pessoas pensam e nem com o que outras são pagas para pensar. Estou preocupado em manter minha coerência”, disse o senador, que informou ter assinado a CPMI pelo seu histórico. “Fui diferente dos meus colegas de partido porque eu tenho uma história de defesa da Constituição, das leis, do direito de propriedade e eu coloco sempre essas questões acima das questões políticas”, afirmou.
Osmar disse que só assinou a CPMI no último dia do prazo (quarta-feira) pois avaliou o risco de a CPMI ser uma manobra eleitoral. “Pensei muito, refleti, analisei as razões de quem estava propondo e analisei, também o outro lado. Acho que o MST terá, com a CPMI, uma grande oportunidade de provar que não tem irregularidade. Enquanto que está acusando, terá de provar as irregularidades”, disse.
Questionado se sua coerência permitirá uma coligação com o PT no ano que vem, o senador disse que, apesar desse seu histórico, essa aliança será possível porque será programática.
“Minha coerência permite apresentar um projeto e esse projeto ser o condutor de uma aliança em que aqueles partidos que acharem que esse projeto for importante para o Estado serão bem-vindos. Eu não faço aliança eleitoral e portanto não preciso explicar para ninguém minha aliança com nenhum partido”.



Gleisi: “...Há uma corrente dentro do partido que desde o início era contra a aliança, em defesa da candidatura própria..."


A presidente estadual do PT, Gleisi Hoffmann, uma das articuladoras da coligação do PT com o PDT no Paraná, lamentou a decisão do senador. Ela não disse não saber o impacto que essa assinatura terá dentro do PT, mas lembrou que a defesa dos movimentos sociais é uma bandeira do partido.
“Lamento que ele tenha assinado. É um movimento da oposição de tentar desgastar o governo. Não é uma questão central do desenvolvimento do país”, comentou. “Não posso dizer se é decisivo na configuração de uma aliança, pois outros aspectos também serão considerados, mas, com certeza, foi ruim. Até porque nós éramos contrários a essa CPMI. Se for pra fazer CPMI do MST, tem que fazer CPI da grilagem de terras, das dívidas de grandes produtores com o Banco do Brasil, por exemplo”, acrescentou.
Gleisi reafirmou que há sim o interesse em aliança com o PDT, “o PT nacionalmente está investindo na aliança com o PDT e também com o PMDB e nós, aqui no Paraná, temos que fazer tudo para colaborar com essa articulação nacional”, mas admitiu que há um grupo no partido contrário à coligação.
“Há uma corrente dentro do partido que desde o início era contra a aliança, em defesa da candidatura própria. Obviamente que eles têm críticas ao senador Osmar Dias, críticas a essa postura e teremos de fazer esse debate internamente”, comentou, frisando que a decisão sobre coligar ou não será tomada pela base do partido.

OLHO VIVO: Este é realmente um balde de água fria em quem dava como certa a aliança do PDT com o PT, ainda tem muito tempo e muita água para rolar por aí....Mas diga-se de passagem, que o Senador Osmar Dias não combina mesmo muito com PT, MST etc, todo mundo sabe, principalmente seus eleitores, e tem gente que jura que toda esta papo de aliança com o partido do governo é só balela, sabe tipo no futebol, o atacante passa o jogo inteiro caindo pela esquerda, e no final corta para a direita, deixando a defesa adversária sem ação, invade a área e faz o gol. É o que me disseram a "boca miúda" alguns de seus eleitores da antiga. E olhe que o jogo nem começou ainda!



segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Câmara aprova projeto de Alvaro que transforma Foz em ZPE



Fonte: Blog do Fabio Campana

A Câmara dos Deputados aprovou Projeto de Lei do senador Alvaro Dias, do PSDB, que transforma Foz do Iguaçu em Zona de Processamento de Exportação (ZPE).
O projeto foi aprovado pelo Senado no fim do ano passado, e agora foi aprovado, por unanimidade, pela Comissão de Desenvolvimento Econômico da Câmara.
O Projeto passará por mais duas comissões antes de ser encaminhado à sanção do presidente da República.
“Transformada em lei, a ZPE será um importante instrumento de desenvolvimento regional, com a atração de investimentos. Foz do Iguaçu tem vocação natural para o comércio exterior e os instrumentos já existem no município: mão-de-obra qualificada e infra-estrutura básica necessária ao estabelecimento de novas indústrias e ao fluxo de matérias primas e produtos”, disse o senador.

OLHO VIVO: Temos que estar sempre atentos aos nossos representantes no governo, para sabermos com certeza quem merecerá nosso voto no pleito eleitoral que se aproxima. Pseudo-políticos de plantão, paraquedistas, ou ainda naqueles que  após serem eleitos simplesmente esquecem de quem os elegeu, ou que tem a obrigatoriedade de brigar pelos cumpromissos assumidos quando em campanha estarão às pencas batendo nos ombros da população e beijando crianças pelo nosso Estado novamente. É facil verificar quem trabalha e quem não o faz; O Senador Álvaro Dias é um exemplo daqueles  incansáveis parlamentares, como Ulisses Guimarães, Tancredo Neves e tantos outros o foram no cenário nacional, que realmente resolvem dedicar sua vida à coisa pública, em prol do bem comum. E no caso do Senador, é só fazer uma análise, ou simplesmente prestar atenção ao seu trabalho, que facilmente isto se verifica . Precisamos cuidar de pessoas com esta maneira de agir e de pensar, por que  ultimamente políticos assim estão são excassos.