Mostrando postagens com marcador fantasmas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fantasmas. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Valdir Rossoni demite diretor da Assembléia Legislativa do Paraná

Do blog da Joice / Fabio Campana /  Paraná Online

O presidente da Assembleia Legislativa, Valdir Rossoni, anunciou há pouco em entrevista à Bandnews FM que determinou a demissão o diretor administrativo da ALEP, Altair Carlos Daru. A decisão foi tomada depois da divulgação de que a mãe de Daru, Hellena Luiza Valle Daru, foi funcionária fantasma da casa, por quase três anos, no próprio gabinete de Rossoni.
Rossoni informa que a senhora Valle Daru jamais foi funcionária de seu gabinete e que nem a conhecia. Irregularidades dessa ordem continuarão a surgir, pois a Casa não passava por uma assepsia há décadas. A tendência dos opositores de Rossoni é a de tentar envovê-lo em todas as novas descobertas de desvios e problemas administrativos herdados pela atual administração. “Tudo será exposto à luz do sol, diante da população”, garante Rossoni.


Paraná Online: 
http://oestadodoparana.pron.com.br/politica/noticias/15764/  

O presidente da Assembleia Legislativa, Valdir Rossoni, demitiu nesta quinta-feira (28) o diretor administrativo da Casa, Altair Carlos Daru, considerado homem de sua confiança. A demissão ocorreu depois de Rossoni saber sobre a existência de uma funcionária fantasma em seu gabinete por quase três anos, entre 2003 e 2005. A funcionária fantasma é Hellena Luiza Valle Daru, mãe do ex-diretor administrativo da Assembleia. No período, a funcionária teria recebido R$ 331 mil em salários. A denúncia foi feita na edição desta sexta-feira pelo jornal Gazeta do Povo.
Tudo começou quando Hellena Luiza Valle Daru informou à Receita Federal que nunca trabalhou na Assembleia Legislativa, apesar de existir um ato da Comissão Executiva da Casa exonerando a funcionária de um cargo de comissão do gabinete de Rossoni. As informações pararam no Ministério Público Federal, que investiga uma organização que falsificaria declarações de Imposto de Renda para se beneficiar das restituições, alvo de uma operação nesta semana. Mas o caso de Hellena Daru não entrou nas investigações porque a declaração do Imposto de Renda dela não era falsa.
Em entrevista na manhã desta sexta-feira (29), Valdir Rossoni disse que antigamente as nomeações e exonerações aconteciam em meio a uma enorme desorganização. Ele garantiu que não foi o responsável pela contratação da funcionária e nem sabia da existência dela em seu gabinete durante três anos. “Se ele for inocente (o ex-diretor), vamos reparar. Melhor errar por excesso. Nada, nenhuma armação, vai me fazer afastar da minha meta de transformar a Assembleia Legislativa na melhor do País. Hoje pela manhã me foi encaminhada uma correspondência dele (Daru) dizendo que se sente injustiçado. Se for constatado que ele não participou da irregularidade, poderá ser readmitido”, esclareceu Rossoni.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Osmar Dias defende o afastamento da mesa diretora da Assembléia Legislativa do Paraná

O Senador Osmar Dias se manifestou agora à tarde pelo twitter, defendendo o afastamento da Mesa Diretora da ALEP. Abaixo transcritas suas postagens:

@Osmar_Dias >Respondendo aos inúmeros questionamentos sobre minha posição a respeito do afastamento da Mesa Diretora da Assembléia Legislativa do PR. 
@Osmar_Dias >Da mesma forma que encaminhei à UGT (União Geral dos Trabalhadores): Defendo o afastamento da Mesa Diretora da Assembléia Legislativa do Paraná.
@Osmar_Dias >Entendo que as denúncias de irregularidades na Assembléia devem ser investigadas a fundo e nada deve servir de obstáculo neste processo.
@Osmar_Dias >Por isso, o afastamento da Mesa Diretora é necessário.
@Osmar_Dias >Minha posição é coerente. No Senado, fui o primeiro parlamentar a pedir o afastamento do presidente José Sarney.
@Osmar_Dias >Fiz isso porque acredito que as investigações devem acontecer sem qualquer tipo de interferência. Como manda a democracia.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

CURITIBA, UMA CIDADE COMUM


                         Fonte: Blog do Iris Simões



Você lembra de quando o noticiário mostrava a qualidade de vida de Curitiba? Infelizmente nós perdemos este posto. O crescimento desordenado dos últimos anos tirou da nossa cidade, não só o título, mas também a condição de cidade modelo.
O nosso tânsito está caótico, e com isso até o transporte coletivo deixou de ser uma excelência, apesar de ser modelo ainda. Mas a falta de planejamento e execução de obras estruturais, tais como viadutos, trincheiras e outras, a cidade foi sendo dominada pelo caos no trânsito. Para se deslocar de um lado para outro da cidade virou um tormento. Para estacionar, nem se fala.
Na área da segurança pública vivemos um tormento sem precedentes. Nunca tivemos um governo tão ruim nesta área. Hoje somos uma das cidades mais violentas do Brasil. Pode! É lamentável, mas é preciso reagir e lutar para voltarmos a ter uma cidade com índices de vida que se assemelhem aos que já tivemos.
Que saudade da Curitiba de déz anos atrás. Precisamos de governos (munícipal e estadual) harmônicos, com responsábilidade e respeito pelo povo. Ainda dá tempo, vamos deixar de ser comum, para voltarmos a ser uma referência.

OLHO VIVO: O crescimento desordenado junto com a falta de preocupação com a pessoa, cidadã de Curitiba, está realmente nos conduzindo ao caos urbano; hoje vivemos em constante angústia, seja pelo medo de sermos vítimas da criminalidade, que alcança índices assustadores nunca dantes registrados, ou pelo estress causado pelo trânsito caótico, como bem frisou o Iris Simões, com que hoje convinemos e que piora a cada dia. Curitiba cresceu sem o planejamento adequado, não quero afirmar que não houve a execução de obras neste sentido, pois estaria sendo omisso; porém omissas foram as administrações ao não prever que o crescimento demográfico a que seríamos submetidos, não caberia somente nos limites da Capital paranaense, e que para isso deveria ser ter sido montado um planejamento estratégico em conjunto com as cidades da Região Metropolitana, pois a expansão do crescimento as atingiria também. Neste sentido seria necessário um plano de ação conjunta, envolvendo as áreas  de desenvolvimento urbano e rodoviário, segurança, saúde, educação e emprego, pois do contrario acabaríamos como estamos agora, vítimas da falta de estrutura de uma região que está em pleno crescimento ainda. Mas enquanto a preocupação maior for com propaganda do que ação, mais com concreto do que com o ser humano, continuaremos vítimas do sistema de governo e presos, condenados a estarmos sempre trancafiados em nossas próprias residências com medo da criminalidade que cada vez mais age em total liberdade em nossa cidade. Atualmente se fazem imperativas ações de combate ao tráfico e uso de drogas a partir das escolas com período integral, aprendizagem profissional descentralizada e de fácil acesso à população na própria comunidade, que traria para dentro da classe de aula, centenas, milhares de jovens, tirando-os da ociosidade das ruas, onde o assédio do narcotráfico, da criminalidade e da prostituição corrompe e desvirtua nossa juventudade afastando-os do convívio familiar e social, jogando-os no sub-mundo. Estado e municípios da Grande Curitiba atuando em conjunto no combate à violência e no planejamento do crescimento urbano, numa maior eficácia das ações, que hoje são isoladas e somente paliativas em alguns casos onde deveria-se agir de maneira conjunta e perene. A comunidade tem que ser mais ouvida, e para isso tem que saber também escolher seus representes; vivemos hoje um momento de vergonha e tristeza com as atitudes de inúmeros políticos em nosso País, e principalmente em nosso Estado, onde na nossa própria Casa de Leis, a Assembléia Legislativa, no lugar de técnicos e trabalhadores compromissados às suas funções e ao Estado, tínhamos empregados uma Legião de Fantasmas. É preciso atitude a partir da própria população, desde o voto consciente, para depois exigir a execução dos compromissos firmados, exigindo não só seriedade e eficácia, mas também tranparência na aplicação do dinheiro público por parte dos nossos representantes, pois só assim teremos desenvolvimento urbano e social aliado a  qualidade de vida em nossa Cidade e em nosso Estado.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Prorrogada prisão dos acusados de corrupção na Assembléia Legislativa do Paraná

Fonte: Roger Pereira/Paraná Online



Procurador Leonir Batisti: “Alguém sacava parte desse dinheiro”.



O juiz Aldear Sternardt, da Vara de Inquéritos Policiais de Curitiba acatou, ontem, pedido do Ministério Público do Estado e prorrogou a prisão temporária dos três ex-diretores da Assembleia Legislativa do Paraná Abib Miguel, José Ary Nassif e Cláudio Marques da Silva, além do servidor da diretoria geral da Casa, João Leal de Matos.
Presos no último sábado, os quatro ficarão detidos por, pelo menos, mais cinco dias, para a conclusão das investigações do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) que apura indícios de crimes de formação de quadrilha e peculato cometidos pelos servidores da Assembleia, após denúncia de edição de atos secretos e contratações irregulares na Casa.
O MP também pediu, e foi atendido, a indisponibilidade de bens dos quatro requeridos. A indisponibilidade foi estendida a todo o patrimônio em nome deles. As outras três mulheres, parentes de Leal de Matos (Jermina Maria Leal, Vanilda Leal e Iara Rosane da Silva Matos), que também foram presas no último sábado, foram liberadas ontem, pois o Gaeco acredita que elas não têm mais no que contribuir para as investigações. Priscila da Silva Matos, Maria José da Silva e Nair Terezinha da Silva Schibicheski, que também foram presas sábado, já estavam em liberdade.
O procurador de Justiça Leonir Batisti, coordenador do Gaeco, explicou que o pedido de prorrogação da prisão temporária foi a descoberta de provas de que parte do dinheiro que foi depositado pela Assembleia nas contas de funcionários que nunca trabalharam na Casa foi sacada e enviada para a fazenda do ex-diretor geral da Assembleia, Abib Miguel, o Bibinho, no interior de Goiás.
“Documentos apreendidos na operação de sábado compravam a existência desse mecanismo. Os salários eram depositados nas contas dessas pessoas. Alguém sacava parte desse dinheiro e, ao menos uma parte, foi enviada para a fazenda Isabela (em São João d’Aliança, interior de Goiás)”, explicou o procurador. Batisti informou que o Gaeco já estuda pedir a prisão preventiva dos ex-diretores, mas vai aguardar o novo prazo de cinco dias de prisão temporária.
O MP-PR, informou, também, que está estudando recurso em relação à liminar obtida pelo SINDILEGIS - Sindicato dos Servidores da Assembleia Legislativa do Estado do Paraná, em mandado de segurança, que deferiu em parte o pedido do sindicato em relação ao fornecimento de informações funcionais e financeiras dos servidores da Assembleia ao Ministério Público.
Na decisão, o desembargador Ivan Bortoleto permitiu o acesso do MP-PR apenas aos documentos relativos aos servidores citados na Portaria nº 001/2010, do MP-PR, e que estão sendo objeto de investigação. A portaria trata apenas das contratações feitas pelo gabinete da presidência da Assembleia.
“É um pedido bisonho. Não pedimos as informações, que são públicas, por curiosidade ou qualquer finalidade não justificada. Foi tudo requisitado, por força de lei, para ser objeto de uma investigação e claro, com o devido sigilo”, disse Batisti.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

MPE investigará Mesa Executiva da Assembleia

Fonte: Roger Pereira / Paraná Online


Presidente da Assembleia, Nelson Justus: alvo de inquérito sob responsabilidade do procurador-geral.

O Ministério Público do Estado do Paraná (MPE) instaurou, ontem, inquérito para investigar toda a Mesa Executiva da Assembleia Legislativa, por conta das denúncias de atos secretos e contratações irregulares feitas por uma série de reportagens da RPCTV e do jornal Gazeta do Povo.
O inquérito, aberto pela Promotoria de Justiça de Proteção ao Patrimônio Público vai apurar eventuais ilicitudes nas contratações de servidores pelas vice-presidências e secretarias da Casa.
Os atos da presidência já são alvo de inquérito sob responsabilidade do procurador-geral de Justiça, Olympio de Sá Sotto Maior Neto, já que o presidente do Legislativo tem a prerrogativa de ser investigado pela procuradoria-geral.
No novo inquérito, serão investigados o ato da 1.ª vice-presidência, hoje ocupada por Antônio Anibelli (PMDB); 2.ª vice, Augustinho Zucchi (PDT), 3.ª vice, Felipe Lucas (PPS); primeira secretaria, Alexandre Curi (PMDB); 2.ª secretaria, Valdir Rossoni (PSDB); 3.ª secretaria, Elton Velter (PT); 4.ª secretaria, Cida Borghetti (PP); e 5.ª secretaria, Edson Praczyk (PRB), mas as nomeações feitas por Mesas anteriores à da atual legislatura também serão investigadas.
Segundo o promotor Mário Sérgio de Albuquerque Schirmer, do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Proteção o novo inquérito se fez necessário por conta das notícias que chegaram à Promotoria dão conta de que diversos servidores da administração da Casa foram contratados pela Mesa Diretora e distribuídos por diversos setores da Assembleia.
“Foi noticiado que mais de cem pessoas foram contratadas pela primeira secretaria. A explicação dada foi que depois de contratados, esses servidores eram distribuídos pela secretaria nas mais diversas divisões da Assembleia. Mas não é assim que deve funcionar. Cargo em comissão, que dispensa concurso público, é só para assessoria e chefia”, lembrou o promotor.

Presidente da Assembleia está na mira do MPE
Schirmer informou que o alvo principal do inquérito é a primeira secretaria, mas disse que estendeu para toda a Mesa pela possibilidade de terem ocorrido outras nomeações.
“A primeira questão a ser investigada é quem foi contratado pela Mesa, onde trabalha e que função exerce, para ver se é caso de cargo em comissão. Se não, já pediremos a nulidade dessas nomeaçõeO promotor afirmou que no âmbito da defesa do patrimônio público, já há mais de 10 inquéritos instaurados para apurar as irregularidades na Assembleia. “Poderia ser tudo um único inquérito, mas poderia ficar tão monstruoso que haveria o risco de nos perdermos em tanta informação”, disse.

Liberada
Sob efeito de um habeas corpus, foi libertada ontem Priscila da Silva Matos, filha do funcionário da diretoria-geral da Assembleia, João Leal Mattos, e nomeada em cargo em comissão no Legislativo.
Priscila é a terceira pessoa libertada após a prisão de 10 suspeitos de formação de quadrilha e peculato na manhã do último sábado, pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Sete pessoas seguem presas, entre elas, João Leal Mattos e os três ex-diretores da Assembleia Abib Miguel (Bibinho), José Ary Nassiff e Cláudio Marques da Silva.
As prisões temporárias, requeridas para facilitar a investigação, vencem amanhã. Os advogados de Bibinho pretendem aguardar o final do prazo para decidir se pedirão a liberdade de seu cliente em caso de prorrogação da prisão ou pedido de prisão preventiva.