Apenas 07 (sete), dos 38 vereadores de Curitiba tiveram 100% de presença no primeiro semestre de 2013: Cacá Pereira (PSDC), Colpani (PSB), Cristiano Santos (PV), Dona Lourdes (PSB), Serginho do Posto (PSDB), Valdemir Soares (PRB), e Tico Kuzma (PSB), que compareceram as 59 sessões. Ou seja menos de 20% do total! Um percentual muito pequeno de representantes do povo tem honrado seus compromissos profissionais e a responsabilidade recebida de seus eleitores na CMC.
Tudo o que acontece no Brasil e no mundo, de uma forma direta e com uma ótica própria, para todos tomarem conhecimento e opinarem sobre os fatos.
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quarta-feira, 17 de julho de 2013
terça-feira, 5 de março de 2013
Congresso vota hoje veto dos royalties; Paraná pode ganhar R$ 490 mi ao ano
Tendência é que os parlamentares rejeitem as mudanças que beneficiam os estados e municípios produtores de petróleo
Fonte: Gazeta do Povo
Publicado em 05/03/2013 | GUILHERME VOITCH, COM AGÊNCIAS
Plenário da Câmara: Planalto já dá como certa a derrota e liberou a base a votar como quiser
“Seria um reforço fantástico para os cofres dos municípios do interior. Falo pelo minha cidade. Barracão [no Sudoeste do Paraná], que recebe R$ 80 mil de royalties, passaria a receber R$ 490 mil”, diz Juarez Henrich, diretor-financeiro da CNM.O Congresso Nacional vota hoje o veto parcial da presidente Dilma Rousseff à redistribuição dos royalties do petróleo. A tendência é que os parlamentares derrubem o veto que trata da redivisão dos royalties para os contrados já vigentes e garantam mais recursos a municípios e estados não produtores, como o Paraná. Caso isso ocorra, os paranaenses ganhariam uma receita anual de R$ 490 milhões – R$ 350 milhões destinados às prefeituras e R$ 140 milhões para o governo do estado, de acordo com cálculos da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e da Associação dos Municípios do Paraná (AMP).
* Souza: tentativa de incluir mudança no mar territorial.
Medida provisória
Próxima briga será pela vinculação da receita do petróleo para a educação
Depois que o Congresso definir a partilha dos royalties do petróleo na votação de hoje, uma nova briga entre parlamentares e o Planalto deve ser travada em torno do assunto. Desta vez, na votação da Medida Provisória 592/12, que determina que 100% dos recursos dos royalties sejam destinados para a educação. Uma parte expressiva da base aliada é contra a vinculação de receitas.
A MP ainda determina que outra parcela do dinheiro do petróleo, destinada ao Fundo Social do Pré-Sal, também tenha 50% dos rendimentos destinados à educação. O restante da verba, segundo a MP, tem de ser investido em cultura, ciência e tecnologia, esporte, saúde e meio ambiente, sem porcentuais previamente definidos.
Integrante da Comissão Mista que vai analisar a MP, o senador paranaense Sérgio Souza (PMDB) afirma que irá buscar incluir no texto da medida provisória uma emenda redefinindo os limites do mar territorial brasileiro. Ele diz que levará estudos técnicos organizados pelo Movimento Pró-Paraná que aumentam os limites do mar paranaense. “Com esses novos cálculos, o Paraná passaria a ter direito a royalties de produtor do pré-sal.”
Base liberada
Como a maioria dos deputados e senadores é de estados não produtores, a tendência é que o veto caia. No governo federal, a derrota já é dada como praticamente certa e Dilma decidiu não confrontar os aliados. “O Planalto liberou sua base pata votar como quiser e a bancada do Paraná está fechada nesse ponto [pela derrubada do veto]”, afirma o senador Sérgio Souza (PMDB).
A votação do veto dos royalties acontece após o Supremo Tribunal Federal (STF) ter retirado, na semana passada, a exigência de votação em ordem cronológica de mais de 3 mil vetos. Isso havia sido imposto por uma liminar do ministro Luiz Fux. Parlamentares estimam que o simples atraso na votação, que deveria ter acontecido em dezembro, tenha impedido a distribuição de R$ 1 bilhão de royalties nos dois primeiros meses do ano.
Com a derrubada do veto, estados e municípios produtores de petróleo terão suas receitas reduzidas aos patamares de 2010. A presidente vetou a mudança na lei por entender que a mudança interfere em contratos em vigor e pelo fato de produtores terem já efetuado despesas contando com esses recursos.
As bancadas dos Rio de Janeiro e Espírito Santo destacam ainda que o próprio conceito de royalties impediria uma divisão que retire seus recursos. “Concordamos que o petróleo pertence à União, mas royalties é uma compensação aos estados e municípios que sofrem com essa exploração do petróleo”, argumenta o senador Francisco Dornelles do PP do Rio de Janeiro, um dos estados prejudicados. Para tentar impedir a votação, parlamentares do Rio e do Espírito Santo pretendem usar diversos mecanismos de obstrução da votação.
Concluído o embate sobre os royalties, os governistas tentarão aprovar a toque de caixa o orçamento de 2013 e uma alteração na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para permitir reajustes salariais para categorias que só aceitaram a proposta do governo após o dia 31 de agosto de 2012. Essas categorias ainda não estão recebendo os reajustes.
Espírito Santo e Rio apostam em reviravolta no STF
Ainda que o veto à redistribuição dos royalties do petróleo seja derrubado hoje, o assunto estará longe de um fim. Os governos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo – estados produtores de petróleo e maiores prejudicados com a redistribuição dos recursos – já anunciaram que irão ingressar com ações diretas de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal (STF). Eles vão alegar que a derrubada do veto representa quebra de contrato – o que é ilegal. Isso ocorreria porque a nova partilha prevê que os recursos oriundos de campos de exploração já em operação sejam redistribuídos.
Outra frente judiciária é continuar questionando a legalidade da votação de hoje. O deputado Alessandro Molon (PT-RJ), autor da ação no STF que barrou por dois meses a votação do veto dos royalties do petróleo, tem esperança de que, ao analisar o mérito da ação, o Supremo decida em favor do Rio. “Tenho forte convicção de que o STF vai julgar que a ordem de votação dos vetos deve ser a ordem cronológica – ainda que o Supremo tenha cassado a liminar para evitar crise com o Congresso e, no fundo, para permitir que se votasse o orçamento”, afirma o parlamentar.
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
O Vereador Iris Simões concedeu entrevista na manhã desta quinta-feira para a redação deste blog
- Na sua opinião os trabalhos/atuação da CMC ainda são iguais quando do seu primeiro mandato?
R. O
posicionamento do legislativo municipal de hoje, pós crise, é
incomparável. Quando fui presidente em 95/96, eu era independente,
não tínhamos amarras de posicionamento. Foi um período muito bom,
tanto é que meses depois me encontrei com o prefeito Rafael Greca e
ele me disse que se soubesse que seria assim ele não teria feito
oposição ao meu nome para a presidência. Eu era de oposição
política e não contra a cidade.
- O que mudou?
Depois que
sai da presidência, permaneci ainda por mais dois anos na casa.
Lutei para que elegêssemos um presidente independente, mas a
interferência do prefeito Cassio venceu com o Derosso. No começo
foi bom, sem maiores problemas, mas como tudo aquilo que na política
‘dura muito’, se mostrou viciado com o tempo. E as lições foram
boas para a CMC, hoje vivemos um processo oxigenado.
- Que Legado estas mudanças deixam?
O grande
exemplo de tudo isto que aconteceu na CMC é o de que o legislativo
deve ser livre, com suas diferenças, sem a imposição e
estrangulamento por parte do executivo. O processo de debate entre
situação e oposição deve acontecer a exaustão. Do contrario vai
gerar distorções e problemas de vicio que advêm das imposições
de poder. Acredito que o futuro prefeito, Gustavo Fruet, vai ter uma
relação madura com a CMC, é do seu perfil.
- Qual a sua expectativa em relação ao novo governo municipal?
R. A melhor possível,
pois o Gustavo está preparado e o mais importante é que ele não
ganhou pelos apoios deste ou daquele, ou financeiro, ele ganhou por
méritos próprios e está livre para fazer as mudanças que a
cidade precisa.
- Uma mensagem aos seus eleitores
Eu agradeço aqueles
que me deram a oportunidade de estar nesta casa, por dois meses, e de
poder participar de decisões importantes a favor da cidade, e quem
sabe nos encontraremos em outras oportunidades no futuro.
Perfil:
- Forma de entrada na política: iniciou sua carreira política exercendo o mandato de vereador em 1993 em Curitiba pelo PL.
- Trajetória Política: Elege-se Vereador de Curitiba em 1993 pelo PL. Reelege-se para o período de 1997-1999 pelo PSDB. Posteriormente, em 1999 se elege Deputado Federal por dois mandatos consecutivos pelo PTB. No pleito de 2006, não consegue se reeleger para o cargo, obtendo 33.546 votos. Foi candidato a vereador de Curitiba em 2008 pelo PR. Assumiu, como Suplente, o mandato de Deputado Federal, na Legislatura 2007-2011, a partir de 23 de dezembro de 2009, em virtude do afastamento do Deputado Ricardo Barros.
- Legislaturas: Vereador, 1993-1996, Curitiba, PR, PL; Vereador, 1997-1999, Curitiba, PR, PSDB; Deputado Federal, 1999-2003, PR, PTB. Dt. Posse: 01/02/1999; Deputado Federal, 2003-2007, PR, PTB. Dt. Posse: 01/02/2003; Deputado Federal, 2007-2011, PR, PTB. Dt. Posse: 23/12/2009.
- Filiações Partidárias: PL, 1992-1995; PPB, 1995-1996; PSDB, 1996-1997; PTB, 1997-2010; PR, 2010-.
- Cargos executivos e administrativos ocupados:
- Atividades Parlamentares na atual legislatura: Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática: Terceiro-Vice-Presidente, Titular, -3/2005, 3/2005-3/2006 e Suplente, 3/2006-, 3/3/2010-; Constituição e Justiça e de Redação: Titular; Defesa do Consumidor: Presidente, 3/2006- e Titular, 3/2006-; Defesa do Consumidor, Meio Ambiente e Minorias: Suplente; Finanças e Tributação: Titular, 11/3/2010-, e Suplente; Fiscalização Financeira e Controle: Suplente, 3/2005-3/2006; Viação e Transportes: Suplente, -3/2005.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Curitiba: vereadores e prefeito são diplomados pelo TRE
Os 38 vereadores da próxima legislatura 2013-2016, juntamente com o
prefeito eleito Gustavo Fruet e a vice-prefeita Mirian Gonçalves, foram
diplomados pelo juiz da 1ª Zona Eleitoral de Curitiba, Marcelo Wallbach
Silva. A sessão solene aconteceu na tarde desta terça-feira (18), no
Grande Auditório do Teatro Positivo. Foram diplomados, por ordem de votos obtidos nas urnas, os vereadores Cristiano Santos (PV), seguido de Professor Galdino (PSDB), Valdemir Soares (PRB) e Serginho do Posto (PSDB). Felipe Braga Côrtes (PSDB) foi o quarto eleito a receber o diploma. Depois, Toninho da Farmácia (PP) e Dona Lourdes (PSB).
Jairo Marcelino (PSD) foi seguido na diplomação por Beto Moraes (PSDB), Professora Josete (PT), Tico Kuzma (PSB), Noemia Rocha (PMDB), Tito Zeglin (PDT), Helio Wirbiski (PPS), Mestre Pop (PSC), Aldemir Manfron (PP), Sabino Picolo (DEM), Chico do Uberaba (PMN), Colpani (PSB), Julieta Reis (DEM), Mauro Ignacio (PSB), Paulo Salamuni (PV), Jonny Stica (PT), Pierpaolo Petruzziello (PTB), Tiago Gevert (PSC), Jorge Bernardi (PDT), Dirceu Moreira (PSL), Paulo Rink (PPS), Ailton Araújo (PSC), Zé Maria (PSC), Aladim Luciano (PV), Pedro Paulo (PT), Bruno Pessuti (PSC), Carla Cristiana Pimentel (PSC), Rogério Campos (PSC), Cacá Pereira (PSDC), Chicarelli (PSDC), Geovane Fernandes (PTB).
Dia 1º de janeiro
Os parlamentares têm pela frente ainda uma sessão preparatória para a posse. A atividade acontece nesta quinta-feira (20), às 9h. Na ocasião, devem definir quem vai se pronunciar no dia da solenidade, em nome da Câmara. Entregam ainda a cópia do diploma recebido pelo TRE e a declaração de bens.
A cerimônia de posse dos vereadores e do prefeito já está marcada para acontecer no dia 1º de janeiro de 2013, às 14h, no Palácio Rio Branco, Câmara Municipal de Curitiba. Como a capacidade do prédio histórico é limitada, cada parlamentar receberá cinco convites para distribuir entre parentes e amigos.
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Senado aprova prévias para candidatos a presidente
Pela proposta, apresentada pelo líder do PSDB no Senado, Alvaro Dias
(PR), o estatuto de cada partido é que irá disciplinar a realização das
primárias.
Possibilidade de se fazer primárias consta da Lei das Eleições, mas não tem atualmente caráter obrigatório. Projeto seguirá para a Câmara dos Deputados
O plenário do Senado
aprovou na noite de terça-feira (18), em votação simbólica, proposta
que cria regras para que os partidos políticos realizem prévias para a
escolha de candidatos a presidente da República. A possibilidade de se
fazer primárias consta da Lei das Eleições, mas não tem atualmente
caráter obrigatório. O projeto, que seguirá para apreciação da Câmara
dos Deputados, estabelece condições para que as legendas possam
realizá-las.
Pela proposta, apresentada pelo líder do PSDB no Senado, Alvaro Dias
(PR), o estatuto de cada partido é que irá disciplinar a realização das
primárias. Elas poderão ser feitas a partir de um ano antes da data da
eleição até o primeiro domingo de junho do ano em que ocorrerá a eleição
presidencial. Esse prazo foi estipulado durante a apreciação do texto
na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) em abril, a partir de uma
emenda apresentada pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG), lançado há duas
semanas pela cúpula do partido candidato a presidente da República.
Uma emenda do senador Pedro Taques (PDT-MT), relator da matéria na
CCJ, também permite à Justiça Eleitoral dar instruções, acompanhar o
processo de prévias e fiscalizar sua realização. Uma inovação do projeto
é que os meios de comunicação também poderão fazer debates com os
pré-candidatos dos partidos, previsão atualmente proibida pela
legislação eleitoral.
Ninguém se pronunciou durante a discussão e votação da matéria, tendo
sido aprovada em menos de um minuto. Durante a apreciação da proposta
na CCJ em abril, o projeto recebeu 15 votos favoráveis e apenas um
contrário, da senadora Marta Suplicy (PT-SP). Na ocasião, os senadores
também rejeitaram duas emendas propostas pelo senador Eduardo Suplicy
(PT-SP), uma das quais previa que pessoas simpáticas ao partido poderiam
ter direito a voto nas prévias.
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
Câmara aprova projeto de valorização dos servidores
Os
vereadores de Curitiba aprovaram na sessão desta segunda-feira (17), em
primeira discussão, projeto de lei que altera o plano de remuneração
dos servidores da Câmara Municipal. Apresentada pela Comissão Executiva
do Legislativo, a proposta visa adequar a folha de pagamentos da
instituição, na mesma forma adotada pelo Poder Executivo, incorporando
gradativamente gratificações especiais que os servidores efetivos já
recebem aos seus vencimentos básicos. A medida se aplica aos titulares
dos cargos de procurador jurídico, analista econômico-financeiro,
contador e técnico em contabilidade. O projeto contempla também uma
reestruturação no pagamento de diversas gratificações e reajusta a
tabela geral de vencimentos. Houve redução de seis para três das
gratificações pagas aos servidores designados para participarem de
comissões administrativas internas. Já as gratificações de estímulos à
formação acadêmica e ao aperfeiçoamento, destinadas aos servidores que
possuem titulação maior que o cargo exige, foram transformadas em
avanços funcionais e serão incorporadas aos vencimentos.
De acordo com o presidente da Casa, vereador João Luiz Cordeiro (PSDB), João do Suco, as mudanças têm o objetivo de valorizar os funcionários da Câmara e vão possibilitar que os servidores, no momento da aposentadoria, contem com os valores sobre os quais contribuíram. Ele assegurou que as medidas não vão criar despesas de pessoal, pois somente adequam o sistema atual a uma nova realidade administrativa. “Só foi possível avançarmos nessa proposta porque readequamos a situação dos cargos da Câmara, resultando em uma redução de custos”. O presidente acrescentou, ainda, que o texto foi elaborado pela Comissão Executiva após um longo período de estudos e contou com a assessoria dos setores jurídico, administrativo e financeiro e, portanto, está em total conformidade com a Lei de Responsabilidade Fiscal. “Com estas medidas, nós vamos economizar em torno de R$ 128 mil por mês. A Câmara tem sido muito responsável na gestão do dinheiro público e esta é mais uma medida para comprovar a transparência deste Legislativo. Temos feito uma gestão eficiente, utilizando menos de 2%, do total de 5% que é autorizado por lei para gastarmos”, detalhou.
De acordo com o presidente da Casa, vereador João Luiz Cordeiro (PSDB), João do Suco, as mudanças têm o objetivo de valorizar os funcionários da Câmara e vão possibilitar que os servidores, no momento da aposentadoria, contem com os valores sobre os quais contribuíram. Ele assegurou que as medidas não vão criar despesas de pessoal, pois somente adequam o sistema atual a uma nova realidade administrativa. “Só foi possível avançarmos nessa proposta porque readequamos a situação dos cargos da Câmara, resultando em uma redução de custos”. O presidente acrescentou, ainda, que o texto foi elaborado pela Comissão Executiva após um longo período de estudos e contou com a assessoria dos setores jurídico, administrativo e financeiro e, portanto, está em total conformidade com a Lei de Responsabilidade Fiscal. “Com estas medidas, nós vamos economizar em torno de R$ 128 mil por mês. A Câmara tem sido muito responsável na gestão do dinheiro público e esta é mais uma medida para comprovar a transparência deste Legislativo. Temos feito uma gestão eficiente, utilizando menos de 2%, do total de 5% que é autorizado por lei para gastarmos”, detalhou.
A bancada de oposição se manifestou
contrária as alterações no plano de remuneração dos servidores e o
encaminhamento pela derrubada da matéria foi dado pela líder do bloco,
Noemia Rocha (PMDB). Na tribuna, a parlamentar explicou que a oposição é
favorável ao mérito do projeto, mas acredita que ele não deveria entrar
na pauta no final da legislatura. “Sugerimos que no ano que vem
voltemos a discutir o assunto de forma mais ampla, por meio de uma
comissão específica, formada por vereadores e o sindicato dos
servidores”, explicou. Na mesma linha posicionaram-se os vereadores
Pedro Paulo (PT), Paulo Salamuni (PV) e Maria Goretti (PSDB), que
pediram uma revisão completa do plano de cargos e remuneração. Já
Professora Josete (PT) afirmou que as carreiras funcionais da Câmara
precisam ser atualizadas, para corrigir eventuais distorções. “É
necessário construir um plano que garanta o crescimento horizontal e
vertical em todas as funções, pois o piso inicial dos vencimentos é
muito baixo”, avaliou.
Membros
do sindicato dos servidores da Câmara e servidores de diversas
carreiras acompanharam a votação. (Foto – Andressa Katriny)
Joaquim Barbosa poderá decretar prisões do mensalão sozinho
Joaquim Barbosa durante a última sessão de julgamento do mensalão no STF
Sergio Lima/Folhapress
O STF (Supremo Tribunal Federal) encerrou o julgamento do mensalão sem
definir quando 22 dos 25 condenados no processo começam a cumprir suas
penas.
O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, pediu ontem mais tempo
para reiterar seu pedido de prisão imediata. A medida pode ser uma
estratégia para forçar uma decisão individual do presidente do STF,
Joaquim Barbosa, já que nos bastidores integrantes da corte apontavam
que o pedido deveria ser rejeitado pelo plenário.
A análise ocorreria de forma monocrática porque na quinta começa o
recesso do Supremo, sendo que as atividades serão retomadas pelo
plenário apenas em fevereiro. Ontem, Barbosa afirmou que, se o pedido
chegar no recesso, ele decidirá sozinho.
| Joaquim Barbosa durante a última sessão de julgamento do mensalão no STF |
O STF só realiza mais uma sessão amanhã. O procurador-geral alegou que
aguardava o fim do caso para fundamentar melhor a questão, mas reafirmou
aos ministros que é "cabível" o cumprimento automático das penas.
Gurgel diz que recursos das defesas dos réus condenados não poderão
reverter a decisão do STF: "Eu formulei [o pedido] na sustentação oral.
Entendi que é cabível".
A assessoria da Procuradoria informou que não há previsão de quando o
novo pedido de prisão será reapresentado. Sem a punição imediata, Gurgel
avalia que as prisões só começarão em 2014 pelos recursos das defesas.
Entre os condenados 11 tiveram penas superiores a oito anos de prisão e
terão de cumprir pena inicialmente em regime fechado, como José Dirceu e
Marcos Valério.
Ministros ouvidos pela Folha defendem que as condenações não sejam
apressadas. Isso seria incoerente com a posição do STF, que desde 2010
condenou cinco parlamentares que até hoje não começaram a cumprir a
pena.
Para eles não seria conveniente aplicar um rito diferenciado para não
alimentar a tese de que o STF fez um julgamento político e de exceção.
Fonte: FOLHA DE SÃO PAULO (FELIPE SELIGMAN E MÁRCIO FALCÃO)
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Vereador eleito Cacá Pereira, visita a CMC
O Vereador eleito de curitiba, Cacá Pereira (PSDC) visitou hoje a Câmara de Vereadores de Curitiba, onde assume uma cadeira a partir de 1° de Janeiro de 2013. Cacá Pereira que foi eleito com 3.838 votos, atua há mais de 12 anos nos movimentos sociais, e há 02 anos foi eleito presidente do Sintramotos, sindicato que representa os motoboys (motofretistas) de Curitiba e Região, profissão que ele exerceu por muitos e anos e se orgulha de defender.
Falando rapidamente à este blog hoje pela manhã, na sua visita ao plenário da câmara, Cacá firmou agenda para nos conceder entrevista exclusiva nos pŕoximos dias, ocasião em que ele irá expor detalhes dos projetos que irá apresentar para a Casa e em prol dos motofretistas.
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segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Derosso acaba de protocolar o seu pedido de afastamento da presidencia da Câmara
O vereador João Claudio Derosso (PSDB) acaba de protocolar o seu pedido afastamento da presidencia da Câmara Municipal de Curitiba. Também vai se afastar temporariamente do PSDB, partido que queria - até há pouco - indicá-lo candidato a vice de Luciano Ducci na próxima eleição.Derosso disse que "achou conveniente seu afastamento para evitar o desgaste que a Câmara vinha sofrendo com o noticiário desfavorável. A oposição não abre mão da continuidade da investigação sobre as contas e do processo, já aberto pelo Ministério Público, que pode levar à perda de mandato e consequente inelegibilidade de Derosso. Curitiba não merecia isto.
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Derosso pode se afastar da Câmara
Fonte: Blog política em debate / Ivan Santos
No bastidores da Câmara Municipal de Curitiba o assunto hoje é a possibilidade do vereador João Cláudio Derosso (PSDB) se licenciar do cargo de presidente da Casa. A informação surge poucos dias depois do Ministério Público protocolar ação acusando Derosso de improbidade administrativa por irregularidades na contratação de serviços de publicidade no Legislativo municipal. Até então o tucano vinha resistindo com o apoio dos parlamentares da base de situação que o protegiam, e descartava qualquer possibilidade de se afastar do cargo. A ação do MP, na avaliação dos aliados de Derosso, teria tornado a permanência dele na presidência da Câmara insustentável. Além disso, o grupo do atual prefeito Luciano Ducci (PSB), que vinha tentando proteger o vereador, também teria chegado a conclusão que a continuidade de Derosso no cargo poderia causar um desgaste também para a candidatura de Ducci à reeleição no ano que vem, já que manteria a crise na Câmara em destaque no noticiário, dando munição à oposição.
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quinta-feira, 17 de novembro de 2011
MP acusa Derosso de improbidade por contratação irregular de agência de publicidade
Fonte: Blog Politica em debate
O Ministério Público propôs hoje à Justiça, ação civil pública por improbidade administrativa contra o presidente da Câmara Municipal de Curitiba, vereador João Cláudio Derosso (PSDB), pela contratação irregular da agência de publicidade Oficina da Notícia, de propriedade de sua atual esposa, a jornalista Cláudia Queiroz. No entender dos promotores, Derosso não poderia ter procedido a contratação, já que na época da licitação, em fevereiro de 2006, Cláudia ocupava cargo de confiança na própria Câmara. Ela só deixou o posto depois que a empresa venceu a concorrência. Ao todo, a Câmara gastou R$ 5,1 milhões com o contrato, desde 2006. Além disso, o contrato foi prorrogado em 2008 e em 2009, quando Derosso e a jornalista já mantinham relacionamento. A ação pede o afastamento do tucano do cargo em caráter liminar, para que ele não possa prejudicar as investigações. Mais detalhes em breve.
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