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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Requião barra votação de empréstimo de US$ 350 mi ao Paraná

Requião barra votação de empréstimo de US$ 350 mi ao Paraná

Fonte: Gazeta doPovo André Gonçalves, correspondente
 
O senador Roberto Requião (PMDB) barrou ontem à noite a votação no plenário do Senado de um empréstimo de 350 milhões de dólares (R$ 731,5 milhões) do Banco Mundial (Bird) para o estado do Paraná. O contrato é o maior de um pacote de cinco negociações internacionais conduzidas desde o ano passado pelo governo Beto Richa (PSDB), que totalizam 635,7 milhões de dólares (R$ 1,329 bilhão).
Requião falou que não aceitaria votar a proposta “no escuro”. “Eu quero me recusar a votar um empréstimo que vai sobrecarregar o meu estado, o estado que eu represento, sem ter a menor ideia do destino desse recurso. Coloco minha objeção, ao mesmo tempo que tentarei obstruir isso”, disse o senador.
R$ 4,2 bilhões é o valor total das dívidas que o governo Beto Richa contraiu ou pretende contrair até aqui, dois anos depois do início da gestão.
Com o posicionamento, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), retirou o texto da pauta. A manifestação ocorreu logo após a apreciação de empréstimos similares para Bahia, Ceará, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Ao contestar a votação, Requião indagou o relator da proposta, senador Delcídio Amaral, (PT-MS) sobre o destino da verba.
Amaral não soube explicar, mas disse que a negociação já havia passado por análise de vários órgãos de fiscalização do governo federal, como a Secretaria do Tesouro Nacional e o Ministério da Fazenda. Na manhã de ontem, antes de ser remetida ao Senado, a documentação foi assinada pela presidente Dilma Rousseff e pela ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann.
Os recursos do Bird serão utilizados em projetos nas áreas de educação (Renova Escola), saúde (Mãe Paranaense e Rede de Urgência e Emergência), desenvolvimento rural sustentável, gestão ambiental e de riscos de desastres e em ações de qualificação e modernização do serviço público. A expectativa é que o projeto volte à pauta do plenário do Senado hoje – caso contrário, a aprovação do empréstimo ficará para 2013.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Fruet e Richa conversam sobre parcerias da Prefeitura com Governo do Estado

Fruet e Richa se encontram pela primeira vez depois da eleição
O prefeito eleito Gustavo Fruet foi recebido em audiência pelo governador Beto Richa na tarde desta quinta-feira (13). Durante o encontro, que durou cerca de uma hora, os dois trataram de assuntos de interes Em pauta, o subsídio do Governo do Estado a tarifa do transporte público, metrô, obras do PAC da Copa, obras de pavimentação e parcerias com a região metropolitanase de Curitiba, como o subsídio do Governo do Estado a tarifa do transporte público, metrô, obras do PAC da Copa, obras de pavimentação que contam com recursos do Estado e parcerias com municípios da região metropolitana.
“Este primeiro encontro depois das eleições é uma demonstração de maturidade e responsabilidade. O Beto já administrou Curitiba sem contar com o apoio do Governo do Estado e sabe como isso é complicado. O governador se colocou à disposição para que as equipes venham a conversar sobre estes projetos logo depois da posse”, explicou Fruet.
“Conheço a responsabilidade do Gustavo. Sei das suas qualidades e boas intenções. Nós temos ciência do dever que temos a cumprir. Este encontro representa uma busca de reaproximação administrativa para que possamos trabalhar em conjunto. Vamos unir esforços para fazer o melhor por nossa cidade”, completou o governador.
Sobre uma das principais preocupações dos usuários do sistema público de transporte, a manutenção do subsídio a ta Em pauta, o subsídio do Governo do Estado a tarifa do transporte público, metrô, obras do PAC da Copa, obras de pavimentação e parcerias com a região metropolitanarifa, Fruet confirmou que pediu a manutenção do benefício ao governador. “A cidade precisa desta ajuda. Pedi a manutenção do subsídio ao governador. Ele informou que a equipe técnica do governo vai avaliar e nos dará uma resposta”, afirmou o prefeito eleito.
Estudos preliminares revelam que o valor do subsídio deve girar entre R$ 80 milhões e R$ 100 milhões em 2013. “Se não for possível a manutenção, temos que buscar alternativas. Primeiro, precisamos aguardar a resposta do governador”, comentou Fruet.
Independente da manutenção do subsídio, o prefeito eleito disse que vai dar transparência a todos os elementos que incidem sobre o valor da tarifa. “As empresas cobram uma dívida de R$ 100 milhões. A URBS diz que não há dívida. Temos ainda a necessidade de melhora e expansão do sistema. Agora, os mesmos que implantaram a jornada dupla de motorista e cobrador, para não aumentar a tarifa, acabam com ela no apagar das luzes. Todos estes fatores incidem sobre o valor da passagem”, concluiu.
O governador Beto Richa se colocou à disposição para futuros encontros, mas ainda não estabeleceu data para responder as demandas apresentadas por Fruet. “Não tivemos tempo de tratar demoradamente sobre este (subsídio) e outros assuntos. Vamos tratar mais a frente. O importante é que o diálogo está aberto”.

Fonte: http://www.fruet.com.br/

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Máfia de Brasília tinha conexão no Estado

Fonte: Elizabete Castro / Paraná Online
Agência Câmara

Ex-prefeito de Curitiba e deputado, Cássio Taniguchi deu toque profissional no assédio aos cofres públicos, diz a revista.
Reportagem da edição desta semana da Revista Carta Capital denuncia “a Conexão Paraná” dos escândalos envolvendo a administração do governador cassado José Roberto Arruda no Distrito Federal, ex-DEM.
O ex-diretor do órgão responsável pela fiscalização do Transporte Urbano (DF-Trans) Paulo Henrique Munhoz da Rocha e o deputado federal Cássio Taniguchi (DEM), ex-secretário de Desenvolvimento Urbano do Meio Ambiente, estão no núcleo de personagens centrais da reportagem, em que são citados ainda os deputados federais Alceni Guerra e Abelardo Lupion, e o ex-governador Jaime Lerner.
Ex-integrante da administração de Lerner no governo estadual e de Taniguchi na prefeitura de Curitiba, Munhoz da Rocha é apontado como o “elo mais visível” de uma conexão que teria sido montada por Arruda e o DEM do Paraná, que foi investigada na Operação Pandora montada pela Polícia Federal.
De acordo com a Carta Capital, os integrantes do DEM do Paraná deram um toque profissional ao projeto de Arruda. “A convocação dos demistas paranaenses por Arruda foi uma tentativa de fazer do assédio aos cofres públicos do Distrito Federal uma ação qualitativa, tocada por quadros descolados da tradicional estrutura nordestina do DEM, mais do que manjada pela mídia e pelo Judiciário”, diz a reportagem.
A reportagem afirma que Rocha, investigado por contratos fraudulentos, superfaturamento e outras irregularidades, está ligado a Lerner e Taniguchi. Entre 1995 e 1997, Rocha foi diretor do Departamento de Administração do Instituto de Previdência e Assistência aos Servidores do Estado, o extinto IPE, durante o governo Lerner.
Na administração Taniguchi, em Curitiba, Munhoz da Rocha atuou como diretor administrativo-financeiro do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano (IPPUC, superintendente do Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Município de Curitiba, o extinto IPMC. Rocha presidiu o Instituto Curitiba de Saúde, e a Companhia de Desenvolvimento de Curitiba (CIC).
O ex-prefeito de Curitiba era considerado o “cérebro” da administração da Arruda, diz a reportagem que o descreve ainda como “peça fundamental” no processo de aprovação do Plano Diretor de Ordenamento Territorial de Brasília, que envolveu inúmeros interesses empresariais e econômicos.
De acordo com depoimentos do ex-assessor que denunciou o esquema, Durval Barbosa, a aprovação do Plano Diretor teria rendido R$ 20 milhões ao grupo ligado ao ex-governador do Distrito Federal.
Identificado como conselheiro informal da campanha do candidato ao governo, Beto Richa (PSDB), Taniguchi também é acusado de ter beneficiado Lerner com um contrato sem licitação com a empresa de arquitetura do ex-governador para a prestação de serviços de consultoria em desenvolvimento.
O contrato, segundo a revista, foi fechado em maio de 2007, por R$ 2 milhões. Alceni aparece apenas mencionado como o ex-secretário especial de Educação Integral do governo Arruda.
Já Lupion é citado na reportagem como o autor da indicação de Munhoz da Rocha ao ex-secretário de Transportes do Distrito Federal Alberto Fraga. A reportagem de O Estado não conseguiu localizar Taniguchi, Lerner e Rocha. Também deixou recado na caixa de recados do telefone celular de Lupion, mas não houve retorno.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Richa chega a Cascavel em “avião de rosca” e se irrita com pergunta sobre horário de expediente


Do Blog do Esmael

O prefeito de Curitiba, Beto Richa, chegou ontem à tarde em Cascavel, no Oeste do estado, com pompa e circunstância. Ao descer de um “avião de rosca”, o tucano foi abordado por repórteres que lhe questionaram o fato de fazer campanha eleitoral durante o horário de expediente normal na prefeitura da capital.
“Eu não tenho que bater cartão. Não tenho horário de expediente. Trabalho à noite e, às vezes, fico até dez horas na prefeitura e saio de lá para outros compromissos. Para mim tem não diferença entre dia útil ou não. De domingo a domingo é dia útil”, respondeu ríspido o “prefeitaço” ao jornalista Luiz Carlos da Cruz, correspondente do jornal Gazeta do Povo, em Cascavel.
A irritação de Beto Richa com a pergunta dos repórteres tem como origem uma representação feita no final do ano passado pelo advogado Edson Feltrin, presidente da Femotiba (Federação de Moradores de Curitiba, que o denunciou no Ministério Público Federal (MPF) pelas constantes viagens ao interior do Paraná durante o horário de expediente normal na prefeitura de Curitiba.
Feltrin contesta a sobrecarga de trabalho de Richa. Para o advogado, as milhagens das viagens internacionais em férias não podem ser computadas como “expediente”. Segundo o advogado, que conhece bem o prefeito da capital, pois foi secretário-geral do PSDB, “nos feriados e nos finais de semana ou o Beto está fazendo campanha ou está descansando no Hotel Mabu de Foz do Iguaçu”, disse o ex-tucano, que garante que tem todos os recordes das colunas sociais, nos jornais, que provariam o “excesso” de descanso do “prefeitaço”.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Possível composição do secretariado do Pessuti e ou do Beto citam Geraldo Serathiuk para a Secretaria Estadual do Trabalho do Paraná

Veja como ficaria o secretariado de Beto Richa, na visão dos deputados estaduais

Fonte: Blog do Esmael
Os deputados estaduais começaram nesta segunda-feira (1º) o ano legislativo com a corda toda. Nem bem divulgaram a lista com os nomes dos possíveis secretários na gestão do vice Orlando Pessuti (PMDB), a partir de abril, eis que também surgiu uma lista para o caso de o prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB), eleger-se governador em outubro.

A tarefa do tucano é árdua, quase impossível. Ele ainda não conseguiu passar no vestibular do PSDB, que lhe garantiria o direito de disputar o Palácio Iguaçu pelo partido. Até agora vai dando no ninho o senador Alvaro Dias, que conta com uma ajudinha providencial da cúpula nacional.

Veja como ficaria o governo Beto Richa, na visão “suprapartidária” dos deputados:

SEGURANÇA: Coronel Itamar dos Santos
SEDU: Jaime Lerner
CELEPAR: Rafael Iatauro
COMUNICAÇÃO: Denilson Roldo ou Fábio Campana
DETRAN: César Franco
SAUDE: Armando Raggio
ASSUNTOS ESTRATÉGICOS: Luiz Abib
CASA CIVIL: Valdir Rossoni ou Heinz Herwig
LÍDER DO GOVERNO: Luiz Cláudio Romanelli ou João Cláudio Derosso
SEED: Ramiro Warhafting ou Acione Saliba
IAP: Alexandre Gardolinski
SETP:  Geraldo Serathiuk ou Manasses de Oliveira
SETI: Aldair Rizzi
SEMA: Rui Demeterco
PROCURADOR: José Cid Campêlo Filho
SEAB: Antônio Poloni
COHAPAR: Doático Santos
SANEPAR: Rafael Iatauro ou Ezequias Moreira
COPEL: Cássio Taniguchi ou Ingo Henrique Hübert
SEPL: Jaime Lerner ou Cássio Taniguchi
FERROESTE: Rafael Delara
PARANA ESPORTES: Ricardo Gomyde
PROVOPAR: Fernanda Richa ou Julieta Reis
CHEFE DE GABINETE: Ezequias Moreira ou Deonilson Roldo
LACTEC: Alceni Guerra


O Serathiuk além de já ter participado de outros governos, esteve à frente da SRTE/PR (antiga DRT), por mais de sete anos, onde desenvolveu um excelente trabalho em prol dos trabalhadores, sindicatos, empresas e federações paranaenses, por isso é sempre, com justiça lembrado para compor secretarias, aliás não sei porque o Requião já não o nomeu após sua saída daquele órgão, para a SETP, apesar dêle já estar no Governo desde então, mas lá estaria com certeza podendo contribuir mais para o Estado do Paraná.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Luiz geraldo Mazza e o Álvaro Brancaleone


Luta contra os Dias

A arregimentação condominial que pretende entronizar Beto Richa como candidato, o mais rapidamente possível, no PSDB está mostrando, embora a prevalência numérica, a capacidade de resistência de Alvaro Dias. Como não tem preguiça e é bem mais talentoso do que o exército adversário consegue infringir-lhe desgastes contundentes. Armas pesadas, normalmente adequadas ao andamento da campanha eleitoral, nunca em fase prévia, são usadas como se fossem peteca e não tacape como boataria, contrainformação. Mantendo postura elegante, como lutador de florete, Alvaro, que tem o crédito de quem mais luta como oposicionista em termos nacionais no tucanato, lembrou aos apressados que as calendas ”terminativas” da decisão ficam para junho e não fevereiro como os açodados pretendem em nome não de suposto racha mas de um preposto Richa. Como Alvaro tem dito que se ele disputar Osmar pula fora armaram uma exigência: aceitam a tese se o pedetista fizer a declaração em carta. Com essa pretendem acertar nos dois e é claro que a pretensão é meramente especulativa.

Alvaro brancaleone
É tão desigual o proselitismo pró Beto na multimídia que isso confere a Alvaro Dias, na disputa, um certo ar de exército brancaleone. O senador, sozinho, é mais ágil que a trupe assanhada que quer levar na marra a indicação pelo tucanato. José Aníbal, deputado federal, negou que tivesse desqualificado pesquisa pró senador. Na batalha eleitoral a primeira vítima não é a verdade, mas o escrúpulo. Não teria sentido um dirigente do PSDB, ocupado com o pleito nacional e o paulista, envolver-se por aqui, logo com aquele que ajudou a expulsar do partido em passado recente.

Fonte : Luiz Geraldo Mazza (Folha de Londrina e CBN) .

OLHO VIVO: O povo do Paraná é quem deve ser consultado, neste ponto crucial, é que o Álvaro tem plena razão, pois de nada adianta decidir a portas fechadas o que deve ser melhor para a nossa população, se essa decisão não expressar realmente a vontade popular, para isso servem as pesquisas, instrumento que deve sim, ser utilizado para pesar os prós e os contras. Não esquecendo também que se o Beto for candidato, o PSDB estará abrindo mão de uma das mais importantes capitais do Brasil, Curitiba, para o PSB do Luciano, e quem sabe antecipar o que acontecerá depois. O momento é de reflexão e consulta; a pressa conduz ao erro,  a paciência à sabedoria e a sabedoria ao acerto. O candidato do PSDB, assim como o dos outros partidos, só será homologado em junho, e tem muito chão e pedras para rolar até lá, antes disto tudo que se falar é simples especulação.